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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Resultado da Enquete

Mais uma enquete que tratava sobre futuras novelas acabou! Dessa vez o tema que poderia ser abordado na próxima novela após Fofoqueira Fina 3 seria os Contos das Quatro.


Beijinhos, StarGirlie.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O Quarto Halloween

         Há quanto tempo não nos vemos, não é mesmo? Lembro-me muito bem de ter contado a todos sobre as histórias das Quatro, encerrando-as com o temido sacrifício, que impede a dócil Beth de entrar no Paraíso para sempre.
            Agora é hora de mostrar o que aconteceu depois de tudo aquilo. Apesar de Lucy e Emma terem morrido, Nina e Beth estão muito vivas e correndo extremo perigo. Ou vocês realmente acham que suas existências se tornariam mais fáceis apenas porque duas das Quatro morreram?
            Esse é meu quarto ano contando a vida das Quatro e provavelmente o último. Não apenas como contador, mas de vida. Não tenho medo, sei que essa é minha hora. Além do mais, quem se preocupa com a Morte quando ela é a sua melhor amiga?
            Espero que se assustem com a história do Quarto Halloween, que se passa pouco tempo depois do sacrifício. E não se esqueçam, pelo menos enquanto estou viva, meu nome é Jude e minha missão é mostrar o quanto um mero número pode destruir sua vida.


O quarto halloween


            Nina não parava de se mexer ao meu lado. Sua fantasia de bruxa vampira a deixava ainda mais sobrenatural. Já não bastava ser uma das Quatro, ainda tinha que deixar claro que não se encaixava na sociedade.
            A casa estava lotada de pessoas desconhecidas, todas atraídas pela “festa de Halloween”. Porém, nenhuma delas imaginava que uma verdadeira bruxa vivia ali. No caso, eu.
            -Você acha que ele virá? – perguntou Nina nervosa. Havia meses que o esperávamos. Na verdade, desde o sacrifício que arrancara de minhas mãos a passagem para o Paraíso. Até o momento, eu estava presa eternamente à vida terrena e ninguém sabia o que isso realmente significava.
            Ninguém exceto ele. Seu nome era Luca e vivia em uma região próxima a nossa cidade. Era conhecido como louco, mas após um contato espiritual comigo, percebi que era apenas um bruxo. Como eu.
            Não imaginávamos o que ele nos diria quando chegasse aqui. Apesar de minhas visões turvas, não conseguia enxergar sua decisão final, já que Luca ainda não sabia que éramos duas das Quatro. 

            -Ele não nos deixaria esperando – respondi, no exato momento que janelas por toda a casa começaram a explodir em cacos. Adolescentes gritavam de cada cômodo, alguns rindo, acreditando que aquilo era apenas parte da festa, outros com verdadeiro medo.
            A grande porta de minha casa bateu com toda a força possível e um jovem entrou na casa. Porém, ele não usava nenhuma fantasia. Seu casaco era de um simples vermelho, seu cabelo bagunçado como o de qualquer outro garoto. Mas o que realmente assustava era sua aura.
            Branca e luminosa, enorme e envolvedora, a aura era claramente de uma pessoa especial. Luca. Nenhum outro adolescente poderia ter aquela energia o envolvendo sem desmaiar. Até mesmo eu estava um pouco tonta.
            -Olá, Nina e Beth. Fico feliz que vocês atraíram uma boa multidão – ele apontou para a quantidade de adolescentes que se acumulara na sala após as janelas estouradas. Todos estavam mais calmos, mas não sabiam se realmente era uma boa ideia continuar ali – Isso é tudo medo de mim?
            -Você não veio para começar com seus joguinhos – cortei-o imediatamente – E sabe muito bem disso.
            Luca riu sadicamente, enquanto as luzes da casa piscavam. Algo me dizia que trazê-lo para dento de meu lar, um local onde o ritual não havia sido realizado. Alguns convidados começaram a rir da iluminação, entretanto, suas risadas se tornaram gritos quando os móveis começaram a tremer.
            -Já chega, Luca – disse, forçando com a força de meu pensamento que tudo ao meu redor se mantivesse parado. A tontura rapidamente me dominou, mas tentei não expressar minha fraqueza.
            -Oh, que lindinha! Se esforçando! – Luca se sentou em uma das cadeiras e parou de forçar meu poder. Nina segurou minha mão preocupada. Ambas sabíamos que havíamos atraído um perigo ainda maior do que Mona para minha própria casa. 
            Finn, um colega da minha sala, passou por nós duas e rapidamente atraiu a atenção macabra de Luca. Entrando na frente do garoto, o bruxo concentrou seus olhos nos dele e murmurou:
            -Agora você está sob meu comando.
            -Eu estou sob seu comando – repetiu Finn, os olhos nevoados. Luca estava realizando uma hipnose e eu não sabia como impedi-la. Porém, certa pessoa sabia e era hora de contatá-la.
            Mary! Você consegue me escutar? Minha alma buscou a de minha irmã e felizmente a achou rapidamente. O que houve, Beth? É ele, Luca. Ele é um bruxo e extremamente cruel. Está aterrorizando todos os convidados. Ele consegue me sentir, irmã. E...
            -Usando a sua pequena irmãzinha, Beth? Que atitude desprezível! Se quer alguma ajuda sobrenatural, acho que posso lhe ajudar – debochou Luca – Podem entrar, Lucy e Emma.
            Tanto eu quanto Nina esperávamos ver espíritos, mas o que encaramos era totalmente o oposto. Lucy e Emma andavam sobre o chão, seus sapatos de salto-alto criando barulhos e sombras. Elas estavam vivas.
            -Não se iludam. Eu só as transformei em zumbis temporários. Exatamente à meia-noite de hoje as duas vão desaparecer. Mas depende de você, Beth, para onde elas irão – declarou Luca. Aos poucos, os convidados amedrontados saíam da casa.
            -Como assim? – perguntei, observando a última convidada, fora Finn, sair da sala. Felizmente, pelo menos, a maioria de meus colegas de escola estava a salvo.
            -Quero que faça outro sacrifício. Quero que me dê uma passagem para o Paraíso.
            -Mas eu não tenho mais a minha. Mona já a roubou – relembrei, nervosa por ver Finn parado entre Lucy e Emma.
            -Nina ainda a possui – os olhos da Primeira se arregalaram. Ela sempre me avisara que alguém ainda buscaria sua Passagem, mas nunca imaginamos que seria tão cedo.
            -Vocês já devem imaginar – continuou Luca – que eu não tenho mais direito ao Paraíso. Entretanto, se eu fizer como Mona, poderei continuar meus planos na Terra e depois relaxar no Céu. Não é uma beleza?
            -Eu não realizarei – afirmei irredutível. Nina tremeu ao meu lado. Ela sabia que minha escolha teria uma consequência.
            -Então, seu queridinho Finn vai morrer. Morra – ordenou Luca para Finn e rapidamente meu colega de turma começou a engasgar. Não demoraria muito para que partisse.
            -Realize, realize! – gritou Nina desesperada, enquanto começava a cortar seu dedo. Uma única gota caiu. Porém, desta vez não alcançou o chão. O líquido vermelho caiu sobre minha roupa.
            Uma onda de terror passou por meu corpo, enquanto a Passagem de Nina me era entregue. Luca gritou de raiva, quebrando a hipnose de Finn, enquanto se jogava sobre meu corpo. Suas mãos envolveram meu pescoço.
            -Dê-me a Passagem agora! Agora! – gritava Luca, enquanto me enforcava. Debatia-me sem nenhum efeito. Ele era forte demais. Vingativo demais.
            E então, tudo começou a tremer. Os móveis se mexiam, os cacos de vidro voavam por toda a casa, todos os pratos explodiam, as lâmpadas piscavam sem descanso. Minha respiração parava enquanto cada vez mais a destruição aumentava.

            Quando meus pulmões já não aguentavam mais, o inesperado aconteceu. Minha pequena aura envolveu a de Luca, o fazendo gritar de dor. Seu corpo caiu ao meu lado, enquanto se contorcia. Lucy e Emma, sem a ajuda do bruxo, desapareciam como também o controle mínimo que ele ainda exercia sobre Finn.
            Olhei para Nina sabendo que estávamos definitivamente pior do que antes. Luca desaparecera, mas de forma alguma estava morto. Ele voltaria. E não falharia.
            -Agora eu sei como você se sentia – disse Nina, sabendo que ela agora estava presa a Terra. Porém, algo dera errado na transmissão da Passagem. Ao contrário da Iluminação Branca que deveria acontecer, eu estava com uma aura tingida de vermelho.
            -Como eu me sinto – corrigi, sabendo que nossa história não estava nem perto de acabar.
O que aconteceu depois
            Como da última vez, não há nada o que lhes dizer. A meia-noite ainda não chegou e Lucy e Emma ainda não partiram totalmente, como Luca. O Halloween ainda não terminou, como também a história das Quatro.

Beijinhos, StarGirlie.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Resultado da Enquete

Mais uma enquete acabou e desta vez o tema votado foi "Qual foi o seu Conto favorito?". O Conto mais votado foi o da Beth (o último), que contava a história do Sacrifício. 


Beijinhos, StarGirlie.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O Conto de Beth

Contos das Quatro
         Na noite passada, Lucy morreu depois de sua amiga, obsessiva pela liberdade, tentar simular sua morte. Mais uma morte a nossa enorme lista de óbitos.
            Hoje o último Conto será contado. Todas as emoções reunidas nos últimos três serão finalmente reunidas e tudo será interligado. A última Garota é a chave de todos os Contos. Ela esconde o maior segredo. O segredo que mudará tudo.
            Queria poder dizer que Emma e Lucy voltarão à vida, mas isso não é verdade. Nina foi a única sobrevivente nos últimos três contos. A que teve a sorte de ser salva.
            Agora é o momento de embarcar pela última vez nessas aventuras macabras. Segure-se em suas cadeiras, pressione seus mouses e tenha certeza que não estará sozinha esta noite. Hoje é o dia do Quatro. Faça as contas com os algarismos da data e saberá.

O CONTO DE beth




            Era cedo da manhã. Estava com meu livro de sonhos ao lado de minha janela. Ultimamente ele era meu único refúgio. Desde que aquelas três garotas começaram a invadir meu sono e transformar tudo em pesadelos, não conseguia mais me manter bem.
            Cada uma delas tinha transmitido suas desgraças. A primeira se chamava Emma e morreu depois de ter sido jogada contra uma árvore, a segunda e a terceira, Lucy e Mona, respectivamente, faleceram por causa da fumaça tóxica durante um incêndio.
            Agora todas as noites, sem exceções, essas três meninas aparecem para me assombrar. Porém, todas dizem que aquela é a “minha missão”. Sei muito bem disso, mas não quer dizer que eu aceite. Queria viver como qualquer outra adolescente. Nunca quis ser paranormal.
            -Filha? Já acordada há essa hora? – minha mãe se sentou ao meu lado, observando calmamente meu comportamento. Ela sabia sobre meus dons, mas, ao contrário de mim, os adorava.
            -Sim. Elas apareceram de novo – contei. Meus pelos se arrepiaram quando me lembrei de seus sorrisos felizes sendo interrompidos por mortes tão trágicas.
            Minha mãe suspirou. Ela já havia me dito que aquilo significava que as três não haviam partido completamente. Que precisavam de ajuda para se libertar. Porém, aquilo não me interessava. Desejava apenas que me abandonassem.
            -Você sabe o que eu gostaria que fizesse – relembrou minha mãe, indo em direção à porta.
            -Procurar as famílias delas não mudará nada. Além disso, são cidades muito distantes – resmunguei, procurando em meu livro a página “Mortos em seus sonhos”.
            -Não importa. Se quer paz terá que correr atrás dela – e assim me deixou sozinha, refletindo.
            Decidi não ir para o colégio aquele dia. Não suportaria mais um dia de humilhações e pessoas reclamando de meus devaneios em voz alta. Era culpa minha se as visões não me largavam?
            O celular vibrou. Era uma mensagem. De número desconhecido.
            “Beth, eu preciso falar com você. Sei sobre Emma, Lucy e Mona. Acredito que estamos presas a uma maldição. Eu fui a primeira. E você será a última – Nina”
            Maldição? Sentei-me no chão, percebendo que o dia passava do lado de fora da minha janela. Já era quase noite. Olhei para o sol se pondo e respondi a mensagem.
            “Como assim?”
            “As Quatro. Sei que como paranormal você sabe disso. As Quatro garotas perseguidas. Todas com histórias trágicas” foi sua resposta.
            “Mas se fosse assim seriam cinco!”
            “Mona foi uma das assassinas. Tecnicamente, as Quatro seriam eu, você, Emma e Lucy. E as últimas duas faleceram. Nos últimos dois meses”
            “E quando você sofreu algo para acreditar que fosse uma das Quatro?”
            “Há três meses. Este é o final, Beth. Você precisa correr contra o tempo. De acordo com minhas contas, hoje é a noite”
            Olhei para as estrelas que já brilhavam no céu. Levantei-me e vesti uma roupa rapidamente. Desci as escadas com pressa e não me despedi de minha mãe. Peguei um táxi e minha intuição me deu a localização da casa da Primeira.
            Nina esperava na porta. Seus olhos estavam esbugalhados e percebi que seu corpo tremia. Saí correndo em sua direção e percebi que ela carregava um papel em suas mãos.
            Escrito em letra cursiva havia um bilhete. Não, era uma receita. Ou melhor, um feitiço. Nina citou tudo que estava no papel, apenas de memória. Sabia que ela havia relido várias vezes.
            -É hoje. A lua minguante. Elas precisam partir, Beth, mas não sou capaz de fazer este feitiço. E se não fizermos...
            -Nós morremos – completei, já imaginando que a lenda das Quatro acabaria assim.
            -E ficaremos eternamente no plano terrestre – relembrou Nina. De seus olhos caiu uma doce lágrima que mostrava o quanto sentia medo disso.
            Entramos em sua casa sem que eu pedisse nenhuma explicação. A lua brilhava acima de nossas cabeças, enquanto nos ajeitávamos no jardim. Todas as fotos estavam presentes. Cada garota tinha quatro fotos, exceto Mona que tinha apenas uma.
            Esperamos alguns minutos, sabendo que não podíamos começar o ritual sem o momento correto. Minhas mãos tremiam, quando Nina aproximou-se de mim.
            -Desculpe-me, Beth, mas mesmo sendo um tanto paranormal, não consigo realizar uma libertação. Mas sei que você consegue – o relógio, que já estava programado para o alarme, deu as quatro badaladas que precisávamos.
            -É agora. Sobreviva – disse Nina, sabendo que neste caso “boa sorte” não adiantaria em nada.
            As velas, que estavam espalhadas, se acenderam. Um vento percorreu todo o local. Minúsculos barulhos podiam ser escutados com mais clareza. Até que quatro seres brancos surgiram em minha frente.
            Além das três garotas habituais, estava presente, nada mais nada menos do que, minha irmã. Mary havia sofrido um acidente doméstico quando ainda tinha 12 anos. Faleceu tão jovem. Eu não podia acreditar naquilo até mesmo naquele dia.
            -Vim ajudá-las, irmã, e estarei com você o tempo inteiro – sussurrou Mary, colocando-se ao meu lado.
            Emma, Lucy e Mona se colocaram em seus lugares. Seu brilho, que antes estava um tanto acinzentado, pareceu pender para o branco. Seus sorrisos iluminaram o ambiente novamente.
            Chuva começou a cair enquanto pronunciava as palavras necessárias. Elas repetiam logo após de mim. E então o sacrifício de Nina começou.
            Ela fez um pequeno corte em sua mão direita e deixou que exatamente quatro gotas de sangue. A cada uma que caía no chão, um espírito partia. Quando chegou a hora de Mona, temi que tudo desse errado.
            A melhor amiga de Lucy não fazia parte das Quatro e o mundo podia muito bem se vingar dela pela a morte da Terceira. Porém, algo fez como que ela partisse. E então, Mary veio até mim:
            -Irmã, você deixou Mona partir – sua voz mostrava lamento.
            -Sim. O que há de errado nisso?
            -Ela roubou sua passagem para o céu. Mona usou a quarta gota. A sua.
            Antes que pudesse responder, o espectro de Mary desapareceu. As lágrimas caíram de meus olhos e Nina correu em meu amparo. Nenhuma de nós imaginava que isso aconteceria. Graças a uma ajuda, eu permaneceria eternamente na Terra.
            -Isso não é certo, não é – reafirmou Nina.
            -Mas é a verdade – retruquei.
            Enquanto lamentávamos a minha sentença eterna, uma espécie de luz branca pareceu nos envolver. A sensação era de calor e carinho. Suspiramos aliviadas. Emma e Lucy vieram nos proteger. As Quatro estariam sempre juntas de alguma forma.
            -Obrigada – sussurramos juntas. Até mesmo a voz das duas falecidas foi escutada. Aquele era um momento de união. E não seria o último.
O que aconteceu depois
            Não posso adiantar nada. Sabe por quê? Isso aconteceu esta noite e o futuro é imprevisível. A única coisa que posso lhes dizer é: as Quatro ainda tem muita coisa para enfrentar pela frente.

Beijinhos, StarGirlie.

Última Pista

Neste fim de semana, foram apresentados a todos os visitantes do blog os "Contos das Quatro". A cada dia, novas pistas e concursos eram lançados para promover o Conto que viria às 22 horas. Hoje, como é segunda-feira, decidi que é melhor não ter concursos, pois desta forma não falta participantes. Por isso, a última Pista é apenas uma dica para o último Conto. Espero que percebam o que essa imagem significa e comentem.


Beijinhos, StarGirlie.
Obs: se alguém conseguir falar com a Bruna, avise-a que preciso do nome o quanto antes!

domingo, 21 de agosto de 2011

Resultado do Concurso A Pista Chave Adiantado

Apesar de ter dito que lançaria o resultado apenas amanhã, como houve apenas 4 participantes resolvi postá-lo hoje. Acabei aceitando este número por coincidir estranhamente com a história, então...
Quem ganhou o concurso foi Bruna, por ter chegado o mais perto possível do resultado:


Parabéns, Bru! Quando ler este post, coloque nos comentários qual nome de 4 letras você vai querer que uma das pessoas da família da personagem (interpretada pela Avril Lavigne) terá. Pode ser tanto feminino, quanto masculino.
Beijinhos, StarGirlie.

O Conto de Lucy

Contos das Quatro
Na última vez que me comuniquei com vocês, contei a história de Emma, a jovem que atraiu a atenção de um psicopata e acabou sendo morta por ele. Seu melhor amigo Paul e a namorada dele, Lara, também foram assassinados.
O assassino Felipe foi preso, mas se matou quatro anos depois com um bilhete que dizia “Eu sou o quarto”. O quarto que ele mesmo matou.
Tenho recebido comentários de que o segundo Conto assustou mais do que o primeiro. Acredito que é pelo fato de os assassinados serem pessoas com nomes e não em geral, como aconteceu com os inocentes descritos no Conto de Nina.
Preparem-se esta noite, pois o medo tornará sua visão embaçada, seus braços se arrepiarão e sua respiração falhará. Depois desta noite, você conseguirá decidir se faz parte das pessoas que têm coragem o suficiente para ultrapassar o horário 4:44 acordadas.

O CONTO DE Lucy


            A neve estava espalhada por todo o local, a casa escura parecia ainda mais aterrorizante em meio aquele dia nublado. Não conseguia imaginar como seria passar a noite sozinha ali. E nem como minha mãe me obrigara a isso.
            Desci de seu carro e olhei para a paisagem. Se o dia não fosse tão assustador, com certeza, seria um lugar lindo. Minha mãe me acompanhou até a porta da enorme casa e me entregou um par de chaves:
            -Eu sei que esse lugar vai te ajudar a se libertar de tudo. Do mundo. Dela.
            Suas mãos seguraram meus ombros e ela me deu um abraço de despedida. Sabia que tudo que estava fazendo era para o meu bem, mas ainda assim, me magoava que ela estivesse partindo sem nem uma lágrima derramar.
            -Eu venho te buscar. Você sabe disso – avisou minha mãe, enquanto entrava em sua Mercedes e voltava para a estrada. Um vento frio percorreu minha espinha, enquanto observava toda a cena.
            Estava abandonada em um lugar totalmente hostil. Ali não pegava internet, nem o sinal de meu celular. Não tinha amigos, nem família. Era apenas uma casa com comida o suficiente para me manter viva pelas próximas quatro semanas.
            Abri a porta e a tranquei imediatamente. Depois daquele acontecimento horrível, nunca mais consegui viver livremente. As janelas sempre eram trancadas antes do anoitecer, as cortinas fechadas, as luzes acesas. Não suportava mais a escuridão.
            Deparei-me com uma estante, onde antes estivera uma TV. Minha mãe a tirara dali, quando decidiu me trazer. Ela queria me afastar completamente do mundo exterior. “Abandone o que mais te machuca” foram suas palavras quando me contou sobre seu plano.

            O telefone estava sem o fio. Tudo muito planejado. Sentei-me em uma das cadeiras da cozinha e olhei por uma das enormes janelas de vidro. A floresta era densa, mas parecia estranhamente acolhedora.
            Percebi que teria muito trabalho para me trancar naquele local, antes que a noite tomasse conta. Levei minhas malas para um dos quartos e tirei todos os livros que nelas estavam guardados, colocando-os organizadamente nas prateleiras disponíveis. 
            Sentei-me novamente, desta vez na beira de minha cama e decidi render-me ao sono. Não valia a pena ficar acordada. Não com uma vida daquelas. Porém, os fatos que me assombravam durante o dia se tornaram pesadelos durante a noite.
            Mona. Ela estava atrás de mim. Corríamos juntas, como em qualquer outro em que estávamos atrasadas para uma festa. Minha melhor amiga era extremamente vaidosa e por isso sempre perdíamos o horário.
            -Lucy, espera! – ela gritou, antes que nós duas pisássemos no meio da faixa de pedestre e o barulho de uma buzina ocupasse meus ouvidos. Senti apenas o choque do carro atingindo meu corpo e a voz desaparecendo dos lábios de Mona.
            Acordei ofegante. Não podia acreditar que revivera toda aquela cena. Vira minha amiga morrer novamente. E sentira a mesma culpa. Ela tentara me impedir de atravessar a rua e, como não voltei me seguiu.
            -Mona, Mona, Mona – o nome saía diversas vezes de minha boca, antes que recuperasse minha calma e pudesse pensar novamente. Minha melhor amiga estava morta. Tinha que me conformar com isso.
            Percebi que a noite caía do lado de fora da janela. Lembrei-me da escuridão daquelas ruas pelo qual passamos. O temor penetrou minha alma e comecei a minha correria para fechar todas as janelas, portas e cortinas.
            Dez minutos depois, estava enclausurada novamente em meu próprio mundo. Peguei um pequeno lanche e subi as escadas, deitando-me em minha cama, com um livro na outra mão.
            O título já me era conhecido. Chama Negra. O favorito de Mona. E o único que eu sempre relia. Virei as páginas em busca dos recadinhos que minha amiga sempre deixava. “Como eu amo o Damen, ele bem que podia voltar ao normal, não é mesmo, Lucy?” foi o primeiro que encontrei.
            As lágrimas começaram a cair de meus olhos quando senti o cheiro de gás vazando. Desci desesperada ao primeiro andar e encontrei o fogão ligado. Corri para desligá-lo, mas parei antes de alcançar meu objetivo. Havia alguém na cozinha. Outra pessoa estava na casa.
            -Ai, amiga. Achei que nunca mais iríamos nos reencontrar – ouvi a voz de Mona e me virei aterrorizada. Ela estava ali, com seu cabelo loiro, sua pele bronzeada e seus olhos que pendiam tanto para a cor laranja.
            -Mona? Você não estava... – as palavras saíam de minha boca, mas minha melhor amiga parecia ser mais rápida:
            -Morta? Ah, não. Como você é ingênua. Eu não morri, querida. Simplesmente, aproveitei-me daquele acidente bobo para fugir. Libertar-me da cidade que tantos chamam de “lar” – uma risada cheia de escárnio saiu de seus lábios vermelhos.
            -Então, você fingiu? Você me deixou passar esses quatro meses, desesperada, acreditando que a culpa era minha? Que eu havia te matado? – não conseguia suportar a ideia de ter sido traída tão firmemente.
            -Sim, sim. Tudo para alcançar meu sonho. E devo contar-lhe, consegui! – ela parecia tão cruel e insensível enquanto revelava algo tão nojento.
            Quando me preparei para retrucar, o fogão explodiu e toda a casa foi tomada por chamas. A fumaça cobriu todos os cômodos. Mona tentou fugir, mas nem mesmo eu consegui.
            Em pouco tempo, minha consciência se esvaiu. Minha respiração parou. Meu coração também. Antes de apagar completamente, escutei apenas Mona dizendo:
            -Desculpe-me. Eu queria apenas que fôssemos livres. Juntas – braços me envolveram e duas melhores amigas sorriram pela última vez.

O Que aconteceu depois
            Apesar de todo o esforço de Mona, nenhuma das duas acabou sobrevivendo para aproveitar a vida livre. A fumaça intoxicou os pulmões de ambas e quando a mãe de Lucy voltou com um mau pressentimento já era tarde demais para salvá-las, porém houve tempo de retirar seus corpos, antes de serem queimados.
             Encontraram os diários de Mona e Lucy. Apenas a primeira sabia sobre todo o plano, enquanto a segunda acreditava fielmente da morte da outra.
            As famílias envolvidas se culparam por prender suas filhas e preferiram cremar os corpos das adolescentes, jogando as cinzas no mar e libertando-as eternamente. Os diários foram queimados, preservando seus segredos.
            Há um boato de que a casa explodiu exatamente às 4:44 e que havia quatro lindos pássaros brancos pousados sobre o telhado. Dizem que até hoje todas as sexta-feira à noite, as luzes da mansão se acendem e o som começa a tocar, como se uma festa estivesse ocorrendo. O que poderia explicar algo assim?

Beijinhos, StarGirlie.

A Pista Chave

Atingimos a meta dos comentários da primeira pista e agora é a hora de revelar a segunda! Só que há um pequeno detalhe, a Pista Chave leva a uma frase-chave do Conto de hoje. Cada pessoa vai interpretá-la de uma forma, então, decidi que as "regras" de hoje são:
1- No mínimo, 12 (porque 4 x 3 - terceiro Conto - é igual a 12) pessoas devem comentar com suas próprias conclusões.
2- Cada ideia deve dizer que atriz interpretará a protagonista de hoje, o que você acredita que aconteceu e o porquê. Desculpem-me por pedir tanta coisa, mas é necessário.
3- Cada pessoa pode mandar mais do que uma opinião.
4- A pessoa dona da ideia que chegar mais próxima da que vai aparecer no Conto desta noite ganhará o direito de escolher o nome de um dos personagens da família da protagonista de amanhã (lembrando que o nome deve ser de 4 letras e nem um pouco ofensivo).
5- Todas as ideias devem ser mandadas até as 21 horas (some os algarismos).
6- O resultado será divulgado amanhã (22), dia do último Conto.


Boa sorte! Beijinhos, StarGirlie.
Obs: quem ainda não entendeu, é só clicar na imagem para ser redirecionado a frase.

O Terceiro Mistério

Pessoal, hoje as Pistas são diferentes. São somente duas e levam a uma frase, que é a "chave" do Conto de hoje. Para que a segunda Pista seja liberada (ela leva a um link para a frase) precisamos ultrapassar a meta de 15 comentários. O motivo de uma meta tão alta? É que hoje só haverá uma meta.
Segue abaixo a pista:

Beijinhos, StarGirlie.
Obs: postei de madrugada, pois "hoje" cedo já deixarei a segunda Pista nos rascunhos.

sábado, 20 de agosto de 2011

O Conto de Emma

Contos das Quatro
Na noite anterior, contei-lhes o conto de Nina, a garota que viajou de avião acompanhada de um idoso, que acreditava que era um terrorista e matou dezenas de pessoas. Ela felizmente acabou viva ao contrário de todos os outros passageiros, com exceção do homem que se escondeu no banheiro da aeronave.
Hoje, o conto aborda a vida da Segunda Garota, que é totalmente diferente da primeira. Se espera encontrar outra jovem sensitiva e que encontra um assassino em pleno voo, aconselho a parar de ler imediatamente.
Antes que me esqueça, devo lhes dizer a não acreditar em “coincidências” de números quatro. Nenhum deles está lá por acaso.
Quando você entender isso, o horário 4:44 nunca mais será o mesmo. Você pode achá-lo mágico ou terrivelmente ameaçador. Te amedrontei? Desculpe, mas de meus lábios só saem verdades. Ou será que estou mentindo nisso?

O CONTO DE emma


                Minha história de Morte começa de forma exagerada, devo admitir. Era uma noite chuvosa, todos estavam em uma festa em minha casa, em plena quinta-feira. Havia muita bebida e outras coisas que não deveriam estar presentes.
            -Emma? – chamou alguém atrás de mim. Não me virei. Sempre tive a mania de esperar a pessoa surgir na minha frente e não me mover, enquanto esta não fizesse isso.
            Porém, desta vez, quem me chamava não se mexeu. Fui então obrigada a me virar e me deparei com uma jovem que nunca tinha visto antes. Ela tinha os cabelos e olhos pretos, a pele clara e definitivamente, era muito linda.
            -Antes que você estranhe o fato de não me conhecer, me chamo Lara e foi o Paul que me convidou para a sua festa – o braço da garota se esticou para me cumprimentar, mas o dispensei. Não era tão formal para aquele tipo de cumprimento, então a abracei.
            Depois daquela breve apresentação, que foi apenas um símbolo da boa educação de Lara, não nos vimos mais. Porém, encontrei-me com Paul e gostei de ouvir sua descrição sobre ela. Os dois estavam namorando e, como ele era um grande amigo meu, aquilo era motivo para minha felicidade.
            Uma hora após, todos estavam dançando animados, espalhados pela pista de dança que montei. A música tocava animadamente e o mundo parecia girar ao nosso redor. Talvez aquele fosse o efeito da bebida ou as coisas realmente estavam saindo do lugar.
            E então, um grito foi ouvido. Um grito forte o suficiente para abafar o volume da música, aterrorizante o bastante para fazer o DJ desligar todos os aparelhos.
            Saí do meio da multidão, na direção de onde o barulho viera. A escada era muito bem posicionada perto de algumas janelas de vidro e levava aos três andares da casa. Sempre a considerei o lugar mais belo de meu lar até aquele momento.
            Lara estava desmaiada no primeiro degrau. Seu cabelo preto cobria seu rosto, seu vestido vermelho esparramava-se por toda a área. Paul, que me seguia, saiu em sua direção e a colocou com cuidado em seus braços, temendo machucar seu pescoço. Estava claro que ela havia caído da escada. Ou ter sido empurrada.
            Os olhos de meu amigo ficaram cinzentos. Ele parecia acabado em poucos segundos:
            -Ela está morta.
            Aquelas palavras pareceram movimentar a sala como a música fizera anteriormente. Os convidados conhecidos por sua animações expressaram todo seu medo em seus olhares. Toda a casa parecia ter sido coberta por névoa. As cores haviam desaparecido e meu vestido rosa pink parecia um afronto a imagem de Lara.
            Meus pais e a polícia foram chamados. Todas as pessoas que estavam na casa, interrogadas. E aquele dia, manchado. De sangue, apesar de nem uma gota ter sido derramada.
            Uma semana depois, estava no carro de Paul indo para o colégio, quando um homem surgiu na frente do veículo. Ele tinha em torno de 30 anos e parecia saudável, mas suas roupas revelavam que estava em más condições de vida. Buzinamos para que saísse do caminho, mas não foi isso que aconteceu.
            Quando tentamos desviar, ele nos seguiu. Isso se repetiu diversas vezes até que Paul cansou-se e desceu do carro. Nervoso, meu grande amigo tentou controlar-se, mas sua voz pareceu irritar o pedestre.
            Menos de um minuto depois, o homem que tanto nos atrapalhou, tirou um caco de vidro do bolso de sua roupa e o enfiou no coração de Paul. Meu grande amigo caiu no chão, não sem antes produzir o mesmo grito que saíra da garganta de Lara há poucos dias.
            Tentei soltar o cinto de segurança, mas não conseguia de jeito nenhum. Parecia que eu estava presa. O assassino correu para o carro e sentou no banco de motorista. Ao meu lado.
            -Nossa, seu amigo me lembrou muito a namorada dele. Os dois petulantes e, definitivamente, insuportáveis. Ainda bem que ambos não podem mais dar palpite em nada. Isso seria completamente irritante para nós dois, não é mesmo?
            -Nós dois? – meu choque principal era direcionado ao fato de que ele havia matado Lara também, mas não deixaria aquilo transparecer.
            -Claro, Emma! Ou você acredita que fui até a sua festa para matar aquela mocinha? Meu objetivo era te encontrar, mas aquela menina disse que eu era velho demais para ficar com você. Obviamente, provei que não era velho para matá-la – um sorriso maligno surgiu em seus lábios. O pavor surgiu em meus olhos.
            O homem, se divertindo com meu temor, apertou o acelerador, saindo da cidade em direção à estrada. Tentei usar meu celular, mas ele o jogou pela janela.

            -Acho que não me apresentei! Meu nome é Felipe – quando não houve resposta nenhuma, ele continuou – Qual é o problema, princesa?
            -Qual é o problema? Você acaba de matar meu melhor amigo, seu nojento. Você matou a namorada dele na minha casa. Acha que isso irá me conquistar? Estes fatos só me fazem querer morrer, como eles – exclamei, enquanto a placa de “Esperamos vê-lo novamente” de minha cidade passava.
            -Oh, você prefere a morte a me escolher? Como isso me comove! – sua risada monstruosa saiu de seus lábios. Usando o volante como uma arma, ele fez uma curva perigosa e escolheu outro caminho totalmente diferente. Felipe me levava para uma floresta.
            Toda a região parecia mórbida desde a morte de Lara, então não me surpreendi quando a estrada parecia a da Morte. O carro estava a toda velocidade. Meu cabelo loiro impedia minha visão. A chuva começava a cair no vidro.
            O automóvel derrapou. Felipe tentava pisar no freio, mas era impossível. Uma árvore havia caído no meio da pista e ele não conseguia parar a tempo de impedir o choque. Jogou-nos contra outras árvores, a fim de impedir o baque principal.
            Quando o cinto de segurança pareceu prendê-lo, soltei o meu e saí do carro. Comecei a correr em disparada, mas ele me alcançou. Seus braços me envolveram e sua voz sussurrou em meu ouvido:
            -Fui enganado. Você é tão petulante quanto eles foram – as gotas de chuva que caíam sobre mim pareciam feitas de sangue e aquela foi minha última sensação antes de Felipe mostrar sua força, jogando-me em direção a árvore caída. Dos meus lábios saiu um último grito de desespero, já antes repetido, enquanto meu pescoço batia dolorosamente na madeira.





            O que aconteceu depois
            Vocês se lembram de quando eu disse que havia notícias boas daquela vez? Porém, infelizmente, hoje não posso trazê-las novamente. Emma morreu, como Paul e Lara. O baque quebrou seu pescoço e não houve volta.
            Apesar de ter tentando fugir, Felipe foi preso. Usou como motivos dos assassinatos os fato de que Paul e Lara o impediram de se aproximar de Emma, e, posteriormente, a garota o decepcionou.
            Todos os familiares ficaram destruídos com a perda de seres tão jovens. A cidade prestou diversas homenagens, mas nada os traria de volta. E mesmo sabendo disso, os habitantes continuavam a deixar flores em seus túmulos e a agradecê-los por serem íntegros até o fim.
            Dizem que quatro anos depois, Felipe teve uma morte inexplicável na cadeia, carregando um bilhete com os dizeres “Eu sou o quarto”. Acreditam que ele se suicidou, mas nunca saberemos a verdade. Ou será que alguém vivo sabe?

Beijinhos, StarGirlie.

A Vencedora do Concurso...

Depois de uma loucura de comentários e um desespero para contá-los, acabamos chegando ao um resultado (que também já foi revelado no gadget do lado dos posts). Alguns comentários da Joice foram desconsiderados por não haver mais de duas palavras.

Em terceiro lugar, temos Joice com 30 comentários!

Em segundo, temos Bruna com 59 comentários!

E ganhando de muitos comentários, temos Lara do World Girls em primeiro lugar, com 111 comentários!

Parabéns a vocês três e a todos que participaram. Peço que você, Lara, me envie a personalidade ou aparência da sua personagem e se vai querer que ela se chame Lara mesmo, através dos comentários deste post.
Muito obrigada pela colaboração de todos e este foi o primeiro concurso do Feitiço das Palavras!
Beijinhos, StarGirlie.

Aviso sobre o Concurso!

CONCURSO ENCERRADO!
Gente, até o momento só a Lara e a Joice participaram. Apesar de termos passado de 60 comentários no post, o Concurso só será finalizado até mais pessoas participarem. Se não houver mais 4 pessoas até às 19 horas, o concurso será adiado para amanhã. Desculpem-me, meninas, mas precisamos de mais participantes...
Beijinhos, StarGirlie.

ATUALIZADO [às 16:44] : Só faltam mais 3 pessoas.

ATUALIZADO [às 16:45] : Só faltam mais 2 pessoas.

ATUALIZADO [às 16:48] : Só falta mais 1 pessoa.

ATUALIZADO [às 16:53] : META COMPLETA! 

Concurso "Diferença"



Antes de a Pista ser revelada (ela está na parte debaixo deste post), vamos esclarecer o que vai ser o Concurso “Diferença”. Ele consiste em dar uma personagem no próximo Conto à pessoa que mais votar neste post. O tempo de duração dele é até às 17 horas e só conta comentários com mais de duas palavras. Então não adianta mandar “ok” em todos. Comentários que não respeitarem isso serão desconsiderados.
A pessoa que ganhar o Concurso terá um personagem com seu nome (ou seu apelido, se preferir) e poderá escolher que ele tenha seu jeito (ex: timidez) ou sua aparência (ex: cor dos olhos, do cabelo). Esse OU é para deixar claro que só pode uma dessas opções e não as duas.
Só que há um pequeno detalhe: às 17 horas quando for encerrada essa parte do Concurso, contarei os comentários e se houver empate, será decidido quem ganhará através de uma única pergunta:
Quem é a atriz que interpretará a Segunda Garota?
Entenderam?
Segue abaixo a Última Pista de hoje.


Boa sorte! Beijinhos, StarGirlie.

A Diferença...

Já que ultrapassamos a meta de oito comentários, a Diferença será revelada. Enquanto ontem o dia foi concentrado nas quatro Pistas que levavam aos Contos das Quatro, hoje as três Pistas (sim, elas diminuem conforme as histórias são contadas) te levam a um tipo de Concurso.
Depois que esta pista tiver sua meta de comentários completa (12 comentários), a terceira Pista saíra e com isso o concurso “Diferença” começará. Apesar de revelar o que acontece, não revelarei agora o que é “Diferença”. Porém, lhes darei uma dica:
Preparem-se para comentar e muito.
Segue abaixo a segunda dica:

Beijinhos, StarGirlie.