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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Conto de Princesa


                Era uma vez...
                E toda história que começa assim, supostamente, é um “conto de fadas”. Entretanto, sempre achei meio incoerente entregar assim, de forma tão fácil, as histórias para as fadas. Quem disse que o conto é delas? Quando é que decidiram isso? E, digo mais, se decidiram, com certeza foi sem minha aprovação.
                Nada contra as fadas, claro. Mas, como podemos notar por Branca de Neve, Rapunzel e biriri, bororó... Nem todos os contos de fadas têm as benditas FADAS! A minha, a sua e a nossa infância foi uma calúnia!
                Conto de fadas que é conto mesmo devia se chamar “conto de princesas”. Muito mais explicativo, muito mais correto.
                E o conto de fadas que gostaria de contar-lhes não é desconhecido, na verdade. Mas, para mim, é um conto de princesa – no singular, porque neste conto há apenas uma princesa.
                Vamos recomeçar...
                Era uma vez uma princesa. Sonhadora, romântica, criativa, amiga, sorridente. Seu nome? Não importa. Ela apenas era uma estrela.
                O conto foi curto e não teve final, como puderam notar. Mas não quis me estender numa história tão conhecida entre nós. Só tenho agora a parabenizar esta princesa nos seus Sweet Fifteen e desejar tudo e de bom. Que o príncipe não demore, o castelo seja grande e, o reino, cheio de amigos. SEMPRE!
                Com amor, Babi
                Ps: espero que esteja aproveitando a viagem. Não esquece dos presentinhos das miga aqui. Kkk'

domingo, 24 de março de 2013

Aviso

   Olá, queridos! Estou apenas passando para avisar que não terá Divã da Babi nesta semana, pois estou com preguiça.
   Beijinhos, Babi
   Ps: mais conhecida como "A Cara de Pau".

terça-feira, 12 de março de 2013

Divã da Babi #3 - Ficada de uma noite?



                E então surge aquele carinha gatinho (ou não, têm pessoas que preferem os feios, vai entender) na festa/balada. Ele sorri, você sorri. Ele te olha, você desvia o olhar. Você olha para ele, e ele NÃO desvia o olhar. Ou seja, ele está na sua.
                E, claro, você já acha que ele é o seu príncipe, amor da vida toda, imagina seus filhos, imagina o casório, imagina tudo... Até que você percebe que viajou legal e está sorrindo feito uma babaca.
                Seu sorriso se apaga. Agora o que preenche a sua mente é: e se eu me arrepender depois? E se ele me der um fora? E se? E se????
                Quando você percebe, ele já está te puxando para “um lugar mais reservado”, ou “um lugar sem tanto barulho”. Você olha para suas amigas (que estão fazendo cara de “safadinha”), e não sabe mais o que fazer. Como está sendo puxada, acaba indo.
                Mas e aí, ficar ou não ficar?
                Têm meninas que não querem se prender, ficam mesmo, se divertem, curtem para valer. Mas, por outro lado, existem aquelas que têm a famosa “maldição do dia seguinte”. É só ficar com alguém na balada, que a criatura vira o centro das atenções até o próximo sortudo aparecer.
        E, muitas vezes, o sentimento não é recíproco e, tão rápido quando chegou, o menino DESAPARECE. Bruxaria, eu acho.
                 Essas garotas, coitadas, vão sofrer eternamente.  Haha, mentira, nem vão.
             Em minha opinião, vale a pena se soltar e ficar com o cara. Claro, não pode ser qualquer um, existem alguns quesitos básicos que  menino deve cumprir (ele tem que ser rico, bonito, charmoso, inteligente, fofo, engraçado, meigo, ter covinhas, andar de skate, tocar violão, gostar de animais, fazer cafuné... Não, pera...), mas, se você está a fim e ele está a fim, não tem porque ficar com medo de entrar em depressão. Se ficar com essa insegurança toda, nunca vai ser feliz.
                Mas, se a minha opinião contasse, eu não estaria aqui, e sim escrevendo para a Capricho.
              O fato é que, ao conhecer o cara naquela noite, você não sabe quem ele é. Não sabe se vai ganhar um pé na bunda depois, não sabe se ele vai ser realmente seu príncipe dos sonhos. Agora, a escolha de arriscar é apenas sua, o que mais importa é ter em mente que existem consequências e você deve ter condições de arcar com elas depois.
             Na realidade, o que eu REALMENTE penso é que você deveria sair um pouco desse computador, deixar de ficar preocupada com todas essas coisas e curtir um pouco a vida sem se preocupar tanto. Porque, caso não faça isso, pode acabar virando uma sedentária, gorda, cega, chata e neurótica.
                Resumindo, eu.
                Com amor,
                Babi

terça-feira, 5 de março de 2013

Divã da Babi #2 -Amor ou amizade?



Amor ou amizade? Dúvida cruel.


                “Babi, socorro! Estou tendo um treco, não sei mais o que fazer! Acho que me apaixonei pelo meu melhor amigo, mas não quero dizer para ele e perder a amizade, mas também não quero continuar do jeito que está, não suporto vê-lo falando com aquela idiota da Fulana! O que eu faço? Me ajuda, please?”
             
   Enviada por mim, de mim mesma.

                O “testemunho” acima fui eu mesma que criei, para quem não entendeu. Escrevi isso aí porque, sério, estava com vergonha de falar, mas agora vai: é o tipo de caso que mais aparece naquelas colunas de “envie sua pergunta” de revistas adolescentes, estilo Capricho, Atrevida, Todateen e etc. Para ser sincera, eu não leio mais esse tipo de coisa porque tempo é algo que me falta (reforçando), mas já li bastante há uns dois anos atrás.

E... É o seguinte: se você nunca teve uma leve quedinha pelo seu melhor amigo, nunca pensou “acho que estou endoidando” ou algo do tipo, então aguarde, você ainda terá.

                Vamos aos fatos que comprovam minha teoria:

                -Adolescentes são confusos;
                -Adolescentes gostam de drama, gostam de reclamar, gostam de sentir que são as vítimas mais injustiçadas da Terra (#PRONTOFALEI, porque me incluo nisso, por mais que muitas vezes não perceba);
                -Adolescentes tem hormônios;
                -Adolescentes AMAM, sim!, para os queridos que acham ao contrário e esquecem que já foram adolescentes uma vez.
                Junte tudo isso, bata por três minutos no seu coração, acrescente algumas espinhas aí, passe uma noite em claro pensando sobre seus sentimentos e, PRONTO!, a confusão está feita.

                Imaginemos a cena...

                Você está gostando de um carinha. E vamos chama-lo de X (uma incógnita, sacaram?). Enfim, você se apaixona por este X e, novidade, ele quebra seu coração. Situação normal, aposto que já se identificaram...  E é aí que surge o Y! Como em qualquer situação matemática, qualquer sistema, todos sabemos que o Y só surge de intrometido pra ferrar com tudo de vez. Uma equação que já parecia sem resposta, de repente, fica com DUAS charadas não resolvidas.

                E o Y vem com tudo. Começa a cuidar de você, te dar atenção, vira seu melhor amigo (se já não era antes), oferece ombro, parece cada dia mais presente na sua vida, cada dia mais “irmãozinho”, como ele adora dizer e... Você percebe que o X já era, você já encontrou a solução para esta incógnita. Mas, reforcemos algo aqui, para quem não se dá bem nas exatas:

XY

                Ou seja, você achou uma solução. Mas agora, você tem OUTRO resultado para encontrar. E esse, minha querida, é um dos mais difíceis da sua vida! (nossa, que exagero)
                Agora que já te contei uma historinha e você está aí sentada (ou deitada, como eu), achando que eu li sua mente, vi seu passado ou previ seu futuro... Relaxe, eu tenho dicas.

                Como saber se é amor?

                Amor, amor, amor assim é complicado de saber. Mas você pode ter noção se está realmente a fim. Quer dizer, você não para de pensar nele, você vê casais e se lembra dele, você lê um livro romântico e a imagem do Y vem à sua mente... Então, obviamente, você está apaixonada.
 Um bom teste para confirmar se é romance mesmo é pensar nele e na sua melhor amiga. O sentimento parece igual? Ou você vê sua amiga como irmã, enquanto, ao olhar para ele, enxerga seu Edward Cullen versão mirim? Caso a se pensar.

                “Mas e então, Babi... Confirmou, eu estou caidinha por ele!”

                Não se desespere, isso pode ser um bom sinal. Quer ver?

                Vamos a minha experiência pessoal.

   Senta que lá vem história
                No começo do ano passado, conheci a criatura que chamarei de J para não ficar escrevendo o nome todo. Ficamos amigos e, na época, eu gostava de outro menino. E, por incrível que possa parecer, esse menino TAMBÉM gostava de mim ( :O ). Estávamos juntos, as coisas não iam lá tão bem como eu imaginava e foi então que a minha amizade com o J foi crescendo, e crescendo, e crescendo... Até que percebi que não dava mais assim. Estava com um menino, mas apaixonada por outro. 

                Triângulo amoroso é tão... Star. Kkk (essa foi para os fortes).

              Terminei com o meu antigo X (que não me magoou nem nada, na realidade foi super compreensivo e entendeu meu lado – hoje em dia somos amigos bem próximos, até acho que nos damos MUITO melhor assim) e me enganchei com o J depois de algum tempinho. Agora estamos aí, lindos e maravilhosos e, posso afirmar, ele é meu melhor amigo e me entende como ninguém.

                Fim.

                Minha história de amizade que vira amor deu certo. Por que a sua não pode dar também? E, além de tudo, existem muitos pontos positivos em tudo isso:

·    Ele já te conhece e gosta da sua companhia;
·   Você já sabe dos gostos dele, sabendo o que o agrada ou não;
·   O papo entre vocês já flui, então nunca vai rolar aquela coisa de silêncio constrangedor;
·   Você não precisa arranjar um jeito de chegar mais perto, porque, afinal, mais perto do que isso, só namorando mesmo;
·  Os amigos dele já estão acostumados com a sua presença.

                Como em QUALQUER situação da vida humana, existem os prós e os contras. É claro que pode acontecer de vocês acabarem se afastando, ou que ele não retribua o sentimento. Mas não dá para simplesmente fingir que isso não está acontecendo.

                Se você for amiga mesmo dele, acho legal jogar pistas, mandar músicas e tal (o J me enviou uma música e eu comecei a perceber que a amizade mesmo estava um pouco para trás... E isso me fez prestar mais atenção nele, inclusive). Ou, se ele for muito lerdo, dizer na cara dura que está meio confusa pode ser uma solução.

                O que não rola é ter medo. Pior do que está, não fica. Se guardar tudo pra você, quem vai sair da história magoada será, adivinha!, você mesma. E, além de tuuuuudo isso, se o menino for realmente seu amigo, vai tentar superar esse amor não correspondido contigo...

               ...Ouuuuu, pode ser que vocês se casem e tenham filhos no futuro. É algo a se pensar.

               Beijos, Babi

              P.S.: Viu, amor, dessa vez eu falei bem de você. ;)

              P.S.2.: Dicas, conselhos, problemas, ideias... Mande para o meu E-MAIL. babivsardi@gmail.com

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Divã da Babi - Namorar ou Não Namorar?


    Galerinha!! Saudades!! 
    Enfim, as aulas começaram. E o tempo... Sumiu! Maaas, decidi que não vai fazer mal a ninguém reservar um tempinho mensal e escrever um novo "quadro" aqui no Feitiço. Se funcionar, beleza! Se não funcionar, pelo menos eu tentei. 
    No Divã da Babi, vou debater alguns assuntos com minha paciente, eu mesma. Mentira, a ideia é que eu de minha opinião sobre algo, esculache (essa palavra existe?) outra coisa e torne o blog mais informal. E, claro, a opinião de vocês é essencial! E mandem sugestões pelo meu e-mail que segue lá embaixo também. Enfim, vamos?


Namorar ou não namorar? Eis a questão.

                Combinemos, essa não é uma questão que se resolve assim. Um dia você está lá, solteiríssima e, de repente, PUFF!, acontece. Mas o problema que gostaria de elencar neste primeiro Divã, caros leitores, é o tanto de reclamações que eu escuto.
                -Babi, queria um namorado!
                -Pô Babi, tem namo não tem um amigo gato pra me apresentar!
                -Aff cara, só eu solteira aqui?
                Isso está passando dos limites. CHEGA!
 Para que compreendam meu raciocínio, vou criar dois tópicos e explicar minha opinião sobre cada um.
1-      Minha vida não é perfeita.
E, por mais “incrível” que possa parecer, está longe de ser. Quando eu digo que namoro e tudo mais (para os curiosos, faz dez meses), as pessoas já ficam mais “nossa, que sorte dela”, “sua vida deve ser UAU”, “então você é amada, que top”. Claro, é divertido, é algo que eu, particularmente, escolhi para mim neste momento. Mas, sério, passo por tantos problemas por causa disso que muitas vezes bate aquela pergunta: “não estou perdendo um tempo da minha vida?”. Daí o amor aparece e diz: “continua, garota, você ainda vai ser feliz.” E é isso. Estou feliz com ele, obviamente, mas não é como se tudo fosse às mil maravilhas.
2-      Ser solteira é legal.
Eu reclamava, sim. Não vou mentir, sonho de qualquer menina que nunca namorou (ou da grande maioria) é justamente namorar. Meu conselho é, APROVEITA ENQUANTO PODE! Vai chegar um momento em que você vai namorar. Se você tiver olhos, cabeça, coração... Vai existir, em algum momento, alguém que queira ter olhos, cabeça e coração ao seu lado e apenas para ti. Não tenha pressa. Até lá, fique feliz em ser solteira! Digo até que, em diversos casos, é muito melhor ter este “status de relacionamento”...
a)      Te livra de piadinhas sem graça;
b)      Você não precisa ficar contando histórias que nem você aguenta mais ouvir para os parentes;
c)       Você não precisa aguentar a TPM da criatura (sim, homens também tem TPM, acreditem);
d)      Não precisa fingir gostar dos amigos do cara;
e)      Não precisa ficar se preocupando com “será que meu namorado vai me achar vadia uma namorada ruim por ficar perto daquele outro pia?”;
f)       Você tem o seu tempo livre para aproveitar coisas do seu gosto, com as amigas, ao invés de ficar assistindo o futebol alheio, vendo o jogo de videogame da criatura, escutando aquele bate-papo incrível sobre como cicraninho estourou uma bomba na escola ou sei lá o que, etc.;
g)      Pode ir ao cinema com o intuito de ver aquele filme que a Capricho indicou, não ficar lá com segundas intenções (pode parecer legal, mas cansa já na segunda sessão);
h)       Não vai ter que aguentar ciuminho de amigas, porque você, fulaninha, está dando pouca atenção para elas;
i)        Não há necessidade de dar explicações sobre onde esteve, com quem, que horas, o que fizeram...
j)      Você não precisa lidar com um futuro término! Isso aí já vale tudo, né? Porque digamos que corações machucados não se curam tão rapidamente.


Enfim, há um eternidade de coisas que tornam a vida das solteiras incrivelmente divertidas. Se você está solteira, PARE de reclamar sobre querer um namorado! Namorado dá dor de cabeça, namorado estressa, namorado enche o saco!
Então esse foi o primeiro Divã da Babi. Qualquer dica de tema, sugestão mirabolante... Envia!! :D babivsardi@gmail.com

Bjs, Babi

                P.S.: Se você aí do outro lado da tela for meu namorado, mais conhecido como “Amor”, eu te amo, tá, benzinho? Você não enche o saco, não, não chora, tá? Babi te ama, não faz essa cara. <3 Prometo jogar videogame com você sábado que vem. 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Recomeço


                Já sentiu isso? Esse frio na barriga, essa ansiedade, essa vontade de sorrir, ou, em diversas vezes, chorar?

                É o recomeço. Ou, pelo menos, é o que significa tudo isso para minha vida.
                Amanhã será meu primeiro dia de aula de 2013. Não sei se o seu já passou, se ainda virá, mas, como estou indo para o ensino médio, tudo tem cara de “coisa nova” ao meu ver. Não paro de lembrar-me daquela garotinha entrando pelas portas do colégio aos seus cinco anos, no início do fundamental.
                Quem era aquela menina? Alguém muito diferente de mim, tenho certeza. No decorrer destes dez anos, mudei demais. Decepções, desilusões, experiências... Até o mínimo detalhe contribuiu para que a pessoa que sou hoje em dia fosse formada.
                Mas, o mais importante, afinal, não é que esta pessoa do hoje seja melhor do que a do ontem? E sinto-me realizada, de certa forma. Entretanto, incompleta ainda.
               Amanhã, mais um capítulo se iniciará. Ao término dele, já serei praticamente outra menina. Menina não, mulher!
                Engraçado isso de que o ensino fundamental tem dez anos, mais ou menos, ao passo que o médio tem apenas três. Sinto que vão ser períodos de muito esforço e, talvez, viverei tantas coisas nessas três primaveras quanto já vivi nas outras dez.
                O fato é que estou recomeçando. Amigos com quem convivi por muito tempo, estão começando a virar lembranças. Claro, muitos ficaram e ficarão para sempre, no meu coração, bem como professores e lugares. Mas, agora, está na hora de algo novo.
                Está na hora de acordar para a vida, me inventar, reinventar. Está na hora de ser eu. Ser uma nova eu, uma mais adaptada a essa nova etapa.
                Amanhã, tudo começa novamente. E este sentimento que tenho agora, a nostálgica ansiedade, o medo esperançoso do futuro, a angústia emocionante do que virá... Tudo isso é parte da coisa.
                É parte do recomeço.
              Coloque uma roupa nova, vá a uma festa, veja um filme e pense sobre ele, escreva um poema, ame, leia um livro, coma algo que tem vontade, dance sozinho no quarto, faça uma viagem, viva uma aventura, corra riscos, desenhe, cante no chuveiro, tire fotos, corra no campo, compartilhe, puxe papo com alguém, elogie todos os dias, crie histórias antes de dormir, abrace, sorria com seus amigos, e viva intensamente.
                Está pronto para recomeçar?
                3, 2, 1... Agora é com você.
                Bjs, Babi

domingo, 13 de janeiro de 2013

A Formatura do Ano - Final



                Voltei para o lugar onde havia me transformado após voltar ao normal. Meu vestido continuava lá, meio rasgado. Arrumei-o como pude e entrei na festa, que ainda estava fervendo.
                Avistei Luís e Ananda num canto. Resolvi não interromper, eles pareciam felizes abraçados e dançando a música mais brega que eu já escutara. Ananda estava com a maquiagem toda borrada, mas continuava linda.
                Olhei para outro canto e vi Victor sozinho numa mesa. Parecia abatido.
                -Oi. – falei, vendo-o pular assustado.
                -O que você quer??? Não me coma, por favor! – falou ele, com medo nos seus olhos.
                -Relaxe. Só vim pedir desculpas. – sentei-me. – Achei que vocês fossem vampiros de verdade.
                -Vampiros de verdade? – falou ele, confuso. – Isso não existe.
                -Acredite, - respondi. – existem sim. E não são legais.
                Ele me deu um sorriso meio torto, ainda com medo.
                -Acho que vou acreditar, agora que vi uma lobisomem de verdade.
                Dei uma risadinha.
                -Sim. Mas então, se você não queria sugar o sangue da minha melhor amiga, o que queria? – sorri, com uma cara maliciosa. Já havia percebido que ele não era alguém mau.
                -Minha mãe prepara uma surpresa todos os anos. Aquilo já estava preparado, Alana havia concordado em ser a atriz. – ele deu de ombros. - Estávamos filmando, as cenas passavam no salão em tempo real. Achei que você também estivesse interpretando.
                -O quê???? – perguntei, assustada. - Então todos sabem do meu segredo??? E por que ela não me falou nada? – apontei para minha amiga do outro lado da pista.
                -Haha, acalme-se. – falou Victor, menos apavorado. – Fizemos parecer que tudo foi feito com efeitos especiais. E, pense o que quiser, mas essas pessoas acreditaram. Acho que foi mais fácil pra eles do que encarar a verdade. E, como eu disse, era uma surpresa.
                -Ah, - disse. – acho que vou ter que me desculpar com a sua mãe.
                -Não precisa. Ela ligou para seus pais e eles contaram a verdade. Só acho que ainda estou um pouco chocado.
                -Todos ficam. – concordei.
                -Hm, - disse ele. – e pra quantos falsos vampiros você já contou isso?
                Sorri. Ele tinha senso de humor.
                -Contando com você? Hm... – fingi pensar. – Um.
                -E pra quantos você já concedeu uma dança? – perguntou, levantando e estendendo a mão. – Senhorita lobisomem.
                Arqueei as sobrancelhas.
                -Apenas para um também.
                Segurei sua mão e fomos dançar a música brega. Dançamos por boa parte da noite.
                -Está meio tarde. – falei, lá por três da manhã. – Acho melhor chamar a Alana para irmos. – disse, olhando em seus olhos, que de assustadores não tinham mais nada.
                -Acho melhor você não fazer isso. – respondeu Victor, apontando para um lado do salão.
                Vi Alana e Luís beijando-se e dei uma risada.
                -Finalmente. – falei.
                -Eu que digo finalmente. – disse ele, olhando em meus olhos.
                -Você? E você diz finalmente pra q...
                Mas antes que eu acabasse a minha pergunta, Victor me puxou e beijou-me lentamente. Foi perfeito, apaixonado, doce... E o melhor: não tinha gosto de sangue, o que provavelmente aconteceria caso ele fosse um vampiro real.
Depois de minutos, saí da dança e do beijo em que estávamos.  Sentia que algo estava dando muito certo entre nós dois. Ou muito certo.
                -É, acho que posso ficar mais um pouco. – sorri.
                Ele retribuiu o sorriso e voltou a me beijar.
                Talvez nem todos os vampiros fossem tão maus, afinal.

By Babi

sábado, 12 de janeiro de 2013

A Formatura do Ano - Capítulo 3



                Tudo bem, talvez eu não tenha me apresentado direito. Meu nome é Valerie. E eu sou uma “lobisomem”. O que, tecnicamente, nem é verdade, porque sou mulher. Mas “lobimulher” é um nome feio demais.
                Senti meu vestido rasgando, enquanto meu corpo aumentava de tamanho. Droga, que vergonha.
                -Val? – disse Alana, parecendo esquecer de todo o resto.
                -V-você é um lobisomem? – perguntou Luís, jogando a panela (que eu ainda não entendia como havia parado na mão dele) no chão.
                Olhei para Valquíria com meu novo olhar aguçado. Seu cheiro era nojento. Mas a parte boa é que ela parecia apavorada.
                -Lobisomens? Lobisomens na minha escola? – falava, enquanto andava para trás.
                -Mas o quê??? – perguntou Victor, levantando e me olhando. – O que é isso??
                Andei até Alana e rasguei as cordas que a prendiam. As minhas já haviam rasgado há minutos.
                Apontei para Luís com meu focinho. Esperava que ela entendesse e, quando correu para ele, se abraçaram. Sorri por dentro, já que ser um lobo não me facilitava tais atos humanos.
                Meus amigos foram mais para trás.
                E o que restava era... Valquíria e Victor.
                Bem, não pensem que só porque eu sou um lobisomem, odeio vampiros. Não é nada disso. É só que ainda não conheci um que fosse do bem e, quando isso acontecer, espero não confundir as coisas e arrancar a cabeça de um inocente. Mas aquele ali estava tentando morder minha amiga, merecia dor.
                De fato, não sou má. Apenas herdei a genética de meu pai e o trabalho da minha mãe. Portanto, sou uma lobisomem que caça vampiros. E lobisomens maus, de vez em quando.
                Mas nunca esperava encontrar dois em minha festa de formatura. Geralmente, os vampiros vinham ao meu encontro. O que me fez achar esses dois bem... Amadores.
                Victor se levantou, ainda atordoado, e correu para os braços de sua mãe.
                Comecei a andar lentamente em sua direção. Estava na hora desses sanguessugas aprenderem a lição.
                Uma única mordida e eles sumiriam no ar, como pó de vidro. Percebi que estavam tremendo, ao contrário dos demais vampiros que eu já enfrentara e que não se entregavam sem guerra.
                Continuei andando. Quanto mais próxima eu ficava, mais os dois pareciam assustados.
                -Não! – disse Victor. – Por favor, não nos machuque. Foi só uma brincadeira! – e começou a chorar.
                Então eu parei.
                Simplesmente parei.
                Algo não fazia sentido. Vampiros, tenho certeza, não choram.
                Olhei para Valquíria e seu filho. Olhei para Luís e Ananda, ainda abraçados e com medo.
                E foi então que Valquíria deixou cair as presas de plástico.
                Comecei a recuar. O que eu estava prestes a fazer?
                Virei-me e sai correndo para longe dali. Quase havia matado dois humanos indefesos.
                Parei em uma árvore e cai no chão. Deveria esperar mais meia hora até que meu corpo voltasse ao normal. Enquanto isso, apenas pensei sobre aquela noite. Havia me revelado para a diretora, seu filho maluco e meus melhores amigos.
                Eu só podia ter ficado louca mesmo.

By Babi

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

A Formatura do Ano - Capítulo 2



                A música tocava em alto e bom som. Eletrônica, claro.
                Na multidão, não encontrava o Luís ou a Alana. Na melhor das hipóteses, estavam juntos.
                Decidi ir até o banheiro. Todas aquelas pessoas estavam me dando enjoo.
                Ao abrir a porta, percebi que estava cheio. Mais até do que a pista de dança. Aquele não parecia ser o lugar ideal para clarear as ideias, então fechei a porta e me dirigi para a saída. Quem sabe um pouco de ar fresco não ajudasse?
                Fui aos tropeços até a saída. Quando a temperatura baixa da noite subiu pelo meu corpo, senti-me melhor instantaneamente. Olhei para a lua que me atingia em cheio. Em breve, estaria completamente cheia.
                Decidi ligar mais uma vez para Alana. Estava quase na hora de ir para casa, em meu relógio marcava onze e quinze.
                Digitei o número e coloquei o celular na orelha. Mas, para meu espanto, ouvi um barulho. Seguindo o som, achei o celular da minha melhor amiga jogado no chão, um pouco depois da entrada do buffet.
                Mau sinal. Péssimo sinal.
                Não pensei duas vezes e saí correndo para a lateral do edifício. Era uma construção antiga, rodeada de árvores. Árvores altas e amedrontadoras. Sim, em pleno século XXI.
                Ouvi alguma coisa de dentro da mata. Respirei fundo, tirei os sapatos e lá fui eu. Não iria deixar minha amiga em perigo.
                O barulho foi aumentando à medida que eu adentrava na florestinha. Era quase como um choro.
                -Por favor! – ouvi, quando estava bem perto de encontrar algo. Parei. – Me larga! Não fiz nada!
                -Não, você não fez. – falou outra voz que não reconheci. Mas, no fundo, sabia a quem pertencia. – Mas é necessário, jovem donzela. Nesta noite, completo dezoito anos. E, para o ritual ser completo, preciso sugar o sangue da garota mais bela da noite. No caso, você.
                Ouvi Alana chorar novamente e parei para refletir.
                Sugar sangue?
                Sugar sangue!?
                Sugar SANGUE????
                Então... Havia um vampiro ali! Um vampiro na minha frente. E eu não percebera.
                -Preciso chamar a Valquíria. – sussurrei, quase como um sopro.
                Ouvi passos vindo em minha direção e, tarde demais, virei-me.
                -Não. Ouse. – disse o vampiro. – Eu te escutei. E agora acho que terei de ficar com você como sobremesa.
                Virei-me novamente, encarando a criatura de frente.
                -Victor. – falei. Seus olhos negros me encararam de cima a baixo, enquanto minha interpretação de coragem quase falhava.
                -Você parece saber quem eu sou. – disse ele, com um sorriso na cara. Pude enxergar suas presas. – Mas eu não te conheço.
                Ouvi Alana arfar, como se falasse para que eu corresse. Mas não poderia deixá-la. Não ali, amarrada a uma árvore, prestes a ser mordida.
                -Valerie. – falei. – Valerie Wagnein.
                -Hm. – disse ele, andando de um lado para o outro com a mão no queixo. – Porque seu nome não me é estranho? E ah, a propósito, não precisa avisar para Valquíria. Ela já sabe. Mamãe?
                A diretora do meu colégio saiu de trás de uma árvore. Engoli em seco. Dãããã, como eu não vira antes isso? Agora sim me sentia fracassada.
                -Ah, Valerie. Nunca gostei de você mesmo, acho que seria interessante te sugar. O que acha? – disse ela, agora suas presas estavam para fora.
                Olhei para a lua, sem saber o que fazer.
                -Mas chega de enrolação. Logo vai ser meia-noite e tenho uma humana para atacar– falou Victor. Em um instante, estava sendo amarrada ao lado de Alana.
                Olhei para minha melhor amiga.
                -Desculpe, – falou ela, entre muitas lágrimas. – não acredito que cai na história desse mané.
                -Uhm.
                -Eu fui tão idiota! O que a gente faz agora...
                -Uhm.
                -Você está me ouvindo?
                -Uhm.
                -Sério?
                -Hm? Quê? –falei, finalmente percebendo que Alana não parara de falar. Minha mente estava em outros lugares.
                A lua...
                -Faltam dois minutos. – disse Victor, olhando para sua mãe.
                Dois minutos. Fiz uma oração silenciosa.
                Mais um minuto se passou. Victor se aproximou de Alana, puxando seu pescoço. Minhas mãos começaram a tremer.
                -Agora, você será minha. – ele falou.
                E, quando eu estava quase me contorcendo pregada na árvore, a coisa mais bizarra aconteceu. Mal entendi até que houvesse acabado.
                Victor caiu no chão e, atrás dele, estava Luís, com seus óculos quebrados e seu nariz roxo, segurando uma panela. Uma panela que eu não consegui imaginar de onde saira.
                -Ela. Não. É. Sua. – ele disse, olhando para o vampiro que acabara de nocautear.
                -Meu herói! – berrou Alana, feliz.
                -Seu... Nojentinho! – ouvi Valquíria dizer, com raiva.
                E, em menos de dez segundos, as coisas haviam mudado para mim. Meia-noite.
                Estava na hora da transformação.

By Babi

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A Formatura do Ano - Capítulo 1


                A formatura do ano.
                Pelo menos era isso que estavam dizendo por aí. E eu, secretamente, concordava. Estava muito animada! Na realidade, não que eu tivesse tido muitas formaturas em 2012...
                Mal acabara de alisar o cabelo (minutos depois, já estava enrolado novamente – valeu mesmo, cabelo), quando meu celular vibrou.
                -Val, cadê você? – perguntou Alana.
                -Bem, - falei. – me arrumando, obviamente.
                -Mas falta só meia hora pra essa formatura!
                -Estou quase acabando, calma. – revirei os olhos. Como se eu quisesse ser a primeira a chegar. – Prometo que encontro vocês em quinze minuto aí embaixo.
                -Tudo bem, até. – e desligou.
                Ri sozinha no quarto. Como eram apressados!
                Havia combinado com Alana e Luís, os amigos que moravam no meu prédio, que iríamos juntos para a festa. O pai de Alana nos levaria.
                Acabei de ajeitar o meu cabelo, entrei no vestido longo, como a escola pedira, e amarelo (eu esperava que reforçasse minha cor de pele escura e meus olhos castanhos claros, como a vendedora prometera), calcei meus saltos e lá fui eu para o elevador. Já no hall de entrada, encontrei meus amigos.
                -Uau, - falou Luís. – você está alta.
                Sorri ironicamente. Eu já era alta. Pelo menos, mais do que ele.
                -Uau, - respondi. – como você está engraçado.
                Alana estava num vestido pink que ressaltava ainda mais suas bochechas rosadas. Os olhos azuis se destacavam também com a maquiagem bem feita e o cabelo loiro preso para trás. Em outras palavras, ela estava um arraso.
                -Então seus óculos continuam quebrados? – olhei para Luís, focalizando a remenda no aro bem acima de seu nariz.
                Ele murmurou algo incompreensível. Ainda estava chateado por ter levado um soco. Evidentemente, seu corpo não fora preparado para brigar com garotos BEM maiores do ensino médio. Alana tentara ajuda-lo dizendo que ele tinha sorte pelo soco não ter quebrado as lentes de seus óculos. Mas o nariz de Luís continuava roxo.
                -Vamos? – perguntou Alana, enfatizando sua pressa.
                -Sim, estou pronto, como pode ver. – falou Luís, afrouxando a gravata que parecia sufocá-lo.
                Entramos no carro. O pai de Alana foi, como sempre, cordial. Cordial até demais, eu diria.
                Chegamos ao buffet oito minutos depois. Muita gente já estava lá fora esperando os portões se abrirem, o que eu realmente não esperava.
                Descemos no carro. Logo vi os meninos babando em Alana.
                Todos. Inclusive Luís.
                Puxei-o para um canto.
                -Então, o que vai fazer? – perguntei.
                -Ãh? – falou, confuso. – A respeito de quê?
                -Bem, da Alana, é claro! – falei, meio irritada.
                -Está doida? – perguntou, olhando para os lados. – E se alguém ouvir?
                -Como se ninguém soubesse disso há anos! – falei. – Ano que vem ela vai mudar de escola, acho que essa pode ser sua única oportunidade.
                Luís olhou para baixo. Percebi que ele já havia pensado nisso.
                -EI! GALERA! – escutei Alana gritar para nós. – Vamos entrar!
                Sorri para meu amigo e fomos em direção à entrada. Logo que passamos a porta,  vi que as previsões estavam certas. Aquela seria a melhor festa do ano.
                -Nossa, - falei. – o salão está lindo!
                -SIM! – vi os olhos de Alana brilharem.  Seguramos as mãos uma da outra.
                Jantamos com nossos amigos e, logo que as mesas foram retiradas, a diretora Valquíria pegou o microfone e começou seu pronunciamento. Observei que havia alguém ao seu lado.
                -Boa noite, formandos do terceiro ano do colégio St. Diogo. Gostaria de agradecer a presença de vocês nesta noite. Obrigada. – e desligou.
                Um calafrio percorreu meu corpo. Não gostava da diretora e seus olhos negros. Era como se ela pudesse matar uma criancinha apenas com aquele olhar. Nada bom.
                Mas minha atenção estava em outro lugar. Ao seu lado, estava provavelmente o menino mais bonito que eu já vira. Cabelos negros, pele clara, olhos mais negros do que os da própria Valquíria. Ele não estudava na escola, tinha certeza absoluta. E parecia um pouco mais velho do que nós, também.
                -Quem é aquele? – perguntei a Alana, que parecia observá-lo assim como eu.
                -O filho da Valquíria. Victor, se não me engano. Acho que ele vive com o pai, só o vi uma vez na formatura da minha irmã, há uns três anos.
                Concordei. Valquíria podia parecer má, mas era linda, assim como o garoto. Definitivamente, eles poderiam ser  parentes. A beleza diabólica estava presente em ambos.

By Babi

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

A Formatura do Ano - Sinopse

Bem galera, então é isso, está surgindo aqui mais uma "minissérie" brasileira. Haha.

Realmente fiz com muito carinho, é uma história curta, mas que dividi em quatro capítulos para que ninguém enjoasse. Lançarei um dia 10, outro dia 11, outro dia 12 e, o último, será no dia 13, obviamente. E à meia-noite, que já tem uma ligação com a história.

Valerie é uma menina normal, cabelo cacheado e escuro (que ela odeia), pele morena, e está terminando o terceiro ano do ensino médio. Ela então vai para a festa de formatura com seus dois melhores amigos: Alana (a super-linda-poderosa-perfeita, Alana) e o Luís, um garoto meio nerd e pequeno que sofre um pouco de bullying até. Mas, ao chegar lá, alguns acontecimentos estranhos fazem com que ela revele seu maior segredo.

Amanhã então, combinado?

Bjs, Babi

domingo, 6 de janeiro de 2013

Metas...

Depois de muito tempo pensando, cheguei a uma conclusão. Que pode mudar amanhã, diga-se de passagem, mas pelo menos está certa por hoje.

Metas...

Todos devemos tê-las. Mesmo quando não admitimos, as possuímos. De qualquer modo, eu tenho as minhas para 2013 (como indico a vocês que façam). Mas também percebi que metas demais são péssimas.

Por isso, pensei bem e decidi: tenho que ter duas metas principais. As demais não serão metas, serão apenas coisas que gostaria de fazer, que um dia conseguirei e, sinceramente, minha vida não mudará nada por causa delas. Poderei me sentir melhor, mais realizada, mas mesmo assim, talvez não valha (ou vala? haha) a pena sofrer por elas.

Minhas metas então serão: passar de ano contente com minhas notas & não deixar meu namoro acabar, apesar dos problemas e das distâncias.

A meta que eu tanto sonhara sobre ler 100 livros neste ano está fora da realidade para mim. Não tem como cumprir as duas principais e ainda mais esta. Portanto, vou encarar os livros como algo legal, um passatempo, mas, se puder optar, vou preferir estudar um pouco mais ou sair com meus amigos, curtir meu namorado e viver a minha vida. Nunca deixarei de ler, claro, mas exageradamente e com tanta cobrança não faz bem.

Sinto-me livre agora! Haha.

E fica a dica, foquem em algo e não cobrem demais de si mesmos por coisas difíceis demais.

Um Beijão, Babi

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Segredos...


Beijinhos, Babi



Ser Feliz

No fundo, todo mundo sofre.

Você está aí chorando porque a sua melhor amiga está brava contigo?
Você perdeu um grande amor?
Seu animal de estimação morreu?
Seus pais se separaram?
Alguém da sua família está doente?
Você está sozinha?

                Bem, as coisas podiam ser piores. Há alguns dias, estava falando com um amigo meu e ele me aconselhou em alguns problemas. Depois de um tempo, comecei a perceber que ele estava certo.
                Problemas? Todos têm. E todos acham que o problema que estão tendo é o pior. Mas, se olharmos para trás, para nós mesmos, poderemos perceber que já tivemos outros problemas e, na época, pensáramos ser os mais horríveis do mundo. E não eram.
                Basta reparar na África. Tantas mortes, injustiças, doenças, destruição... E muitos ainda conseguem sorrir. Então... Como podemos reclamar? A partir daquele dia, acho que cresci um pouco. Mudei meus olhares.
                Coisas ruins acontecem todos os dias. Fico triste, choro, decepciono-me, mas a vida continua. A felicidade está ali, basta só ir atrás. Tropeços pelo caminho, mas nenhum pode te derrubar de verdade.
                Porque, pra ser feliz, basta apenas tentar.
                “Dar valor ao que se tem e ser feliz com aquilo, antes que acabe” talvez seja a melhor filosofia de vida.
                Beijinhos, Babi