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quarta-feira, 9 de julho de 2014

The Carrie Diaries: a série viciante que me afastou do blog!

      Estou sem postar há dois dias, porque me viciei totalmente em uma série e não tinha tempo para o blog enquanto assistia os episódios de: The Carrie Diaries. O seriado conta a história de Carrie Bradshaw, uma das quatro amigas de Sex and the City, durante seu colegial, ou seja, antes da série citada começar.
      Carrie é uma garota de 16 anos que acabou de perder sua mãe por causa do câncer e que acredita que chegou o momento de saber quem ela mesma é. De apenas uma coisa, a baixinha de cachinhos dourados tem certeza: ela ama New York, ou como ela carinhosamente chama, A Cidade.
      Quando seu pai arranja um estágio para Carrie em um escritório de advocacia na cidade, a adolescente precisa equilibrar sua vida em Manhattan e a em Castlebury, a cidadezinha onde vivem sua família, seus amigos e seu grande amor: Sebastian Kydd.
      Eu sinceramente AMO essa série e fico muito triste de saber que ela foi cancelada. Porém, The Carrie Diaries teve 2 temporadas e, pelo que li na internet, o season finale da 2ª foi suficiente para finalizar todas as histórias pendentes. Ou seja, quem começar a ver não vai ficar revoltado no último episódio!
         Já assisti até o episódio 3 da segunda temporada (cada uma tem 13 capítulos) e continuo torcendo muito para o casal Kyddshaw se acertar, apesar de Carrie ser meio neurótica e sempre conseguir destruir seu relacionamento com o lindo do Sebastian.
         A série tem uma história bastante fofa, divertida e realista de se assistir. A maioria das vezes você se identifica muito com as storylines, o que te obriga a assistir os outros capítulos para saber o que vem a seguir. Mesmo sabendo o que acontece em Sex and the City, não posso resistir a fazer meus falsos futuros para a Carrie e aproveitar suas loucuras adolescentes.
       Por causa desses 16 episódios que assisti em dois dias, não podia postar aqui e estou MEGA atrasada na minha leitura para o Desafio. Hoje vou passar o dia todo lendo e só devo postar a resposta da Quarta Etapa bem perto da meia-noite. Espero que vocês me entendam!
       Segue abaixo algumas fotos da série para vocês se animarem a assistir também:





Beijinhos, StarGirlie.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Cinquenta Tons e (minha) Crítica


Cinquenta tons de liberdade                Vamos falar sério, comecei porque estava curiosa.
                Depois de tanta algazarra e críticas sobre a saga de E. L. James, que consiste em “Cinquenta Tons de Cinza”, “Cinquenta Tons Mais Escuros” e “Cinquenta Tons de Liberdade”, decidi ler.
                No começo, não aconteceu nada demais. Muita enrolação e tal.
                Como vocês já devem saber, essa série nasceu como uma fanfic de “Crepúsculo” (que já gostei mais, mas hoje admito que está longe de ser uma boa saga, apesar do último livro ser um dos meus xodós). Desta forma, conhece-se Anastásia, uma garota com absolutamente NADA demais, e Christian Grey, um cara exageradamente rico (uma questão realmente ridícula do livro). E, claro, os dois se apaixonam.
Cinquenta tons de cinza                Mas não é uma paixão comum. Ele quer é ter um “acordo” com ela. Christian, na verdade, é um sadomasoquista que deseja tê-la como sua “submissa”. Entretanto, parece que o que ele sente por ela é mais do que desejo.
                Os dois primeiros livros ficam nisso, nos segredos de Christian e em Ana tentando fugir desse estilo de vida que a assusta, mas estar fisgada demais pelo garanhão para isso.
                Bem, aí está o resumo. De minha parte, não achei os dois primeiros livros tão ruins, já que estou lendo o terceiro. É um texto totalmente rápido de ler, com linguagem fácil (e chula). Também explica várias coisas sobre o sadismo e o masoquismo que, diferentemente do que todos acham, não chega a ser uma doença, é uma opção de vida que, para mim, tem sim suas partes “boas”. Contanto, achei a E. L. James repetitiva demais.
Cinquenta tons mais escuros                Vejam bem, não estou criticando o livro pelo “teor” sexual que possui. Muitas pessoas disseram que eu sou nova demais para este tipo de livro, mas, sinceramente, hoje em dia todo mundo sabe dessas coisas. Sem contar que eu tenho namorado e, claro, agora todo mundo insiste mais nessa questão. Acho que este é um estilo de leitura, tem pessoas que adoram e outras que odeiam como qualquer outro estilo. Até porque essas cenas não são tão ruins. Não que eu tenha amado essa parte(me senti meio pervertida agora kk), mas achei realista e bem escrita.
Estou reclamando mais pela falta de informação que a autora decidiu usar nas obras. Tudo gira MUITO em torno da questão sexual, e o enredo deixa a desejar. História mesmo, eu não vi, e acabei me decepcionando pois, para mim, não passa de mais um livrinho qualquer que não merecia tanto reconhecimento.
                Claro, isso vindo de mim que ainda não acabei o último livro.
                Mas, enfim, pretendo acabá-lo e ver se minha opinião muda. Por enquanto, minha definição é “exagero”.      E ai, acabei de descobrir que tem um galo na minha cabeça. Porcaria. -_- kk
                Isso aí gente, fica a dica (ou não). Ah, e mais uma coisa: pra quem não gosta muito de cenas fortes assim ou não está “preparado” pra tanta informação adulta, melhor nem começar mesmo. Haha.
                Beijos, Babi

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Resenha de Hamlet

Olá, leitores! Como muitos de vocês devem saber, eu não sou a maior fã de escrever resenhas. Adoro lê-las, mas, quando estou escrevendo as minhas, sempre acho que está faltando algo ou que elas não estão boas o suficiente. Porém, na minha última leitura, senti a necessidade de contar minhas impressões sobre a obra e não resisti a ideia de tentar escrever uma resenha. Espero que gostem!

         Sou fã das peças de William Shakespeare e me orgulho de poder dizer que já li muitas delas. Portanto, eu não poderia me manter longe de Hamlet, obra do autor em que está localizada a tão famosa frase "Ser ou não ser - eis a questão" (Cena I, ato III), que já foi satirizada em tantos filmes, séries, novelas e etc. 
          A história se passa na Dinamarca e se concentra nas descobertas do príncipe Hamlet, que não consegue aceitar o modo como a vida prosseguiu após a morte de seu pai, o rei Hamlet. Porém, sua raiva parece infundada até o momento que alguns soldados avistam o espírito do rei morto e decidem avisar o príncipe.
          Através da revelação feita pelo fantasma, Hamlet decide se vingar das injustiças que ocorreram ao seu redor. Entretanto, para ter forças para tal feito, ele deve deixar a covardia de lado e se afundar em sua coragem. A batalha interior do protagonista é colocada em foco durante toda a peça, e o príncipe se aproveita de seus pensamentos confusos para camuflar suas artimanhas.
           
"Parece, senhora? Não, madame, é!
Não conheço o parece.
Não é apenas o meu manto negro, boa mãe,
Minhas roupas usuais de luto fechado,
Nem os profundos suspiros, a respiração ofegante.
Não, nem o rio de lágrimas que desce de meus olhos,
Ou a expressão abatida do meu rosto,
Junto com todas as formas, vestígios e exibições de dor,
Que podem demonstrar minha verdade. Isso, sim, parece,
São ações que qualquer um pode representar.
O que está dentro de mim dispensa e repudia
Os costumes e galas que imitam a agonia." - Hamlet, cena II, ato I

         Como toda peça de Shakespeare, a escrita é um pouco complexa e mais demorada de se ler. Não adianta tentar ler as páginas correndo que você não vai absorver nada e muito menos pensar nas palavras ali escritas. Entretanto, acredito que "Hamlet" é o livro mais fácil de se ler do autor. Talvez eu tenha me acostumado com a linguagem complicada, mas me pareceu que a leitura foi mais fácil. 
          Apesar do teor violento e cheio de vinganças, traições e amores perdidos, a peça é uma das minhas favoritas de Shakespeare. Ainda não consegui abandonar meu amor por "Romeu e Julieta", mas, pelo menos, estou chegando quase lá! Definitivamente, "Hamlet" é um livro que eu recomendo.

Beijinhos, StarGirlie.

domingo, 18 de novembro de 2012

E o "para sempre" se concretizou

      (Desculpem-me pela demora dos posts, mas não estou conseguindo equilibrar tudo: escola, blog, família, amigas, viagem...)


Pode conter spoilers do filme!

            Na quarta-feira (14), meu dia já começou cansativo. Tive a minha última prova geral do ano e estava extremamente cansada de tanto estudar. Felizmente, meu resultado na prova foi ótimo e a preocupação com a nota acabara. Foi então que pude direcionar toda minha atenção para o que aconteceria à noite: a pré-estreia de Amanhecer - Parte 2.
            Havia esperado o ano inteiro por esse momento. Como fã mais do que assumida da saga, a hora de seu fim se aproximava com tristeza e nostalgia. Desde 2008, antes do lançamento do filme Crepúsculo, eu já sabia que um dia tudo iria acabar e não sabia qual seria minha reação a isso. Anteontem, eu descobri.
            Durante a tarde, eu dormi para repor meu sono perdido na madrugada e me preparar para ficar acordada até, no mínimo, 3 horas da madrugada de novo. Quando acordei, acabei descobrindo que muitas sessões haviam lotado aqui em Curitiba e, como elas não tem lugar marcado, haveria filas imensas muito antes da abertura das salas. Por causa disso, combinei com a minha mãe de que iríamos sair às 21h30, sendo que a sessão só começaria às 23:55.
            Só que, como sempre, acabei me atrasando e só saímos de casa às 22h. Eu, minha mãe e minha tia estávamos muito preocupadas com o fato de que meu pai provavelmente não chegaria a tempo para a sessão, mas não perderíamos a última pré-estreia de jeito nenhum.
           Chegamos ao cinema às 22h20 e nos deparamos com a sua entrada com apenas poucas pessoas sentadas conversando. Estávamos pensando "será que ninguém veio?" quando decidi ir perguntar a funcionária do cinema se ela já havia liberado as salas. Ela me respondeu que sim.
        Imediatamente, entregamos nossos ingressos, mas não fomos direto para a sala. Primeiro, me dirigi para o grande poster da saga (que mostrava a cena da Batalha com os Cullen e seus aliados, lutando contra os Volturi e suas testemunhas). Esperei uma menina tirar a sua foto e fui tirar a minha. Na verdade, as minhas. Outras fãs estavam esperando, então, me apressei em tirar a foto perfeita e saí do local. Detalhe muito importante, muitas pessoas estavam usando as camisetas personalizadas (incluindo, obviamente, eu, que havia mandado novamente fazer uma, desta vez, com o poster em que Bella, Edward e Jacob correm durante a Batalha) e isso era um sinal claro das fãs obcecadas que nem eu.
        Entramos na sala e a encontramos quase totalmente lotada. As outras duas salas disponíveis também estavam nessa situação. Conseguimos quatro ótimos lugares e minha mãe saiu do cinema para tentar arranjar um jeito de deixar o ingresso do meu pai com alguém do shopping, a fim de que ele pudesse entrar no cinema após o início da sessão. Infelizmente, ela não conseguiu.
        Às 23h, minha mãe entrou na fila de pipoca, enquanto eu me enturmava com algumas pessoas que foram assistir ao filme. Todos foram muito simpáticos e eu ficava mais ansiosa a cada minuto. Às 23h20, minha mãe voltou com as pipocas e os refrigerantes e acabou tendo um momento de atrapalhada como eu (e como a Bella), derrubando um pouco de pipoca em uma das pessoas com quem eu havia conversado um pouco antes. Pediu milhares de desculpas e tudo ficou resolvido.
        Eu e minha mãe ficamos debatendo sobre os últimos filmes e sobre os livros, enquanto eu delirava sobre como seria Amanhecer - Parte 2. Uma fã muito fofa pediu para que a fila inteira pulasse as carteiras que estavam sobrando, porque ela estava sozinha lá na frente, longe de todo mundo que havia ido ao cinema com ela. Obviamente, a garota merecia.
        Às 23h57, meu pai começou a mandar mensagem de que não conseguiria chegar e o filme começou. Não houve trailer, como sempre acontece nas pré-estreias, e os créditos provocaram os gritos de todo mundo, inclusive de mim. Respondi muito rapidamente e desliguei o celular. Eu e a maior parte da sala gritava a cada nome que aparecia na tela.
       Conforme as cenas passavam e cada personagem reapareceria no último filme, os gritos eram ouvidos. Rimos muito com a cena em que Bella descobriu que Jacob teve um imprinting com a pequena Renesmee e nos divertimos com as façanhas da recém-criada, quase morrendo com a cena da primeira caçada. Todos sabíamos que aquela alegria toda não duraria muito tempo, mas ninguém estava preparado para a cena em que Alice descobriria que os Volturi estavam a caminho.
       Muitos detalhes que foram alterados na adaptação se encaixaram muito melhor no filme, como a aparição de J. Jenks na história, que se tornou bem mais engraçada. Além disso, o humor em muitas cenas, até mesmo naquelas em que os vampiros se preparavam para a Batalha foi um ótimo método para relaxar os espectadores.
       Ah, e falando em vampiros! Quem resistiu ao charme do Garret? O ator conseguiu interpretá-lo exatamente como eu o imaginara no livro. Benjamin, o vampiro dos elementos, teve uma participação maior no filme e portanto conseguiu surpreender todos os fãs com seu jeito "gente boa" e seus poderes incríveis.
      Quanto mais o filme se aproximava do fim, a sala ficava em silêncio. Todos estavam preocupados com a ideia de que a Batalha poderia realmente acontecer e com isso levar vários de nossos personagens favoritos. Então, a grande cena começou.
      Vimos Aro e sua grande loucura, Caius e seus problemas sérios com brigas, e Jane com todo o seu poder de dor. Alec não teve uma grande aparição no filme, mas seu poder foi bastante explicado. Carlisle e Alice (sim, ela reaparece antes de qualquer possibilidade de batalha, como no livro) tentaram conter a ira dos Volturi, cada um com sua forma, mas nada foi capaz de detê-los.
      Nesse momento, o cinema virou um pandemônio. Todos gritavam, choravam, comemoravam com a morte de alguns e não paravam de gritar "não, não!". Eu mesma tive todas essas reações. Como fomos uma das primeiras sessões do mundo, não tínhamos a mínima noção do que aconteceria, então, tudo foi extremamente instintivo. Ver Carlisle, Jasper, Seth e Leah daquele jeito, Renesmee, Edward e Esme quase daquele jeito foi demais para qualquer fã.
      Quando a cena terminou, a sala ficou estática. Todos começaram a rir, a secar as lágrimas ou a chorar ainda mais (mas, desta vez, de felicidade) e quase ninguém conseguiu realmente se acalmar. Havíamos sofrido tantas emoções simultaneamente que era difícil superar o momento imediatamente. Mas, então, chegou o final que foi capaz de nos tirar do transe.
      Cada segundo das últimas cenas me fez chorar ainda mais. E quando "A Thousand Years, pt. 2" começou a tocar, foi quase impossível me manter calma. Cada lembrança invocada nos últimos minutos de Amanhecer trouxe a tona todas as emoções que a série me proporcionou. Amor, coragem, amizade, lealdade, altruísmo...
       No fim das contas, a saga não chegou ao fim, porque a eternidade é apenas o começo, e o forever (quem é fã vai entender) começa agora.

Beijinhos, StarGirlie.
Obs: já assisti "Amanhecer - Parte 2" duas vezes e pretendo assistir muitas mais! 
Obs²: meu pai acabou conseguindo ver o filme a partir das 00:30, mas não se sentou perto da gente porque não nos achou na sala escura.          

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Feiúra ou perfeição? O que você escolhe?

Feios                Imagine como o mundo estará daqui 300 anos, aproximadamente. Haverá vegetação? Descobriremos curas para doenças até hoje não conhecidas? Seremos seres mais “evoluídos”?
                No livro “Feios”, o futuro é cheio de carros voadores, pranchas que flutuam, energia renovável, sem guerras, discórdias e etc.
                Nessa sociedade, foi criado algo que, para resumir, foi uma forma de acabar com o preconceito: uma cirurgia que tornava todos “perfeitos”, ao completarem 16 anos. Assim, ninguém era mais “feio” que ninguém, após tal idade.
                Nisso, Tally, uma garota próxima dos 16, tem seu maior sonho... a cirurgia. Mas, três meses antes da grande transformação, conhece Shay, que lhe mostra que existem outros modos de viver, e que o que podia parecer perfeito era, na verdade, uma fraude.
                O livro é muito bom, tem umas tiradas ótimas. Os valores que transmite também são incríveis, já que a obra gira em torno da escolha entre beleza interior e exterior, preconceito, livre arbítrio e etc.
                Gosto muito de Tally, pois é uma menina rápida e inteligente que se deixou levar pela sociedade, e agora paga pelos seus atos.
                Scott Westerfeld, o autor, descreveu, em 416 páginas, uma forma realista da sociedade futura, mostrando que muitas das coisas que fazemos hoje podem, sim, afetar a vida de nossos descendentes.
                Super recomendado.
         “Não há beleza perfeita que não contenha algo de estranho em suas proporções.”
                Beijinhos, Babi :*

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Resenha "Destruidoras"

Vocês devem saber que eu não gosto de fazer resenhas por dois motivos básicos. Primeiro, sempre me vejo esquecendo algo importante e que não é spoiler algum da obra. Segundo, muitas vezes, acho que estou acabando com o brilho da história. Porém, quando terminei de ler "Destruidoras" ontem, não resisti e aqui vai minha resenha.

Contém spoilers dos cinco primeiros livros da série Pretty Little Liars!


                “Destruidoras”, o sexto volume da série Pretty Little Liars, a história começa contando como a vida de Spencer, Aria, Hanna e Emily está após as quatro encontrarem o corpo de Ian na floresta.
                Inesperadamente, o corpo de Ian não está no lugar onde as Liars o encontraram, o que faz com que todos os policiais comecem a procurá-lo. Porém, Wilden, o policial que tivera uma vida conturbada no colegial, atrasa as buscas, sem motivo algum.


                Consideradas loucas por toda Rosewood, cada uma tem que encarar seus próprios problemas pessoais, enquanto A insiste em levá-las a verdade sobre o assassinato de Ali. Aria se vê morando na nova casa de seu pai e sua antiga amante, Meredith, que está grávida. Uma casa que fica na mesma rua onde Ian morava e pertíssimo da floresta onde Alison foi morta.
                Emily passa por uma das maiores transformações de sua vida, apenas para depois ser ameaçada frequentemente pela mãe de seu namorado, Isaac. Além disso, A continua a atormentá-la com pistas sobre o verdadeiro assassino de Ali.
                Hanna ainda está no joguinho de gato-e-rato com sua futura meia-irmã, Kate, que ainda inferniza sua vida. A popularidade e os garotos sempre podem piorar a vida de uma nova “família”.
                Já Spencer se vê procurando por sua mãe verdadeira e acaba obtendo resultados. Mas em meio a isso, ela acaba esquecendo-se dos avisos de A e de seu namorado Andrew, o que a leva para o fundo do poço.
                Com uma leitura rápida, dinâmica e cheia de mistérios, “Destruidoras” é, provavelmente, o melhor da série até agora. Ao contrário dos outros volumes, neste logo conseguimos entrar em um pensamento lógico que nos leva a suspeitos concretos.
                Muitas perguntas não são respondidas e a única coisa na série que parecia concreta, desaba. A vida das Liars muda de rumo totalmente na última página do livro. O que realmente aconteceu? Para descobrir, você terá que ler o livro, já que não sou “A” e não irei lhe dar pistas infundadas.

Beijinhos, StarGirlie.

Se vocês querem que a surpresa seja revelada, ainda dá tempo! Comentem neste post e ajude! Só faltam 4 comentários!

domingo, 20 de novembro de 2011

Um Amor Que a Morte Fortaleceu

(Obs: sei que esse não é o modo de fazer uma resenha, mas Amanhecer literalmente me emocionou, então esta resenha será quase como um capítulo de um livro, por isso há spoilers!)

          Não posso mentir. Amanhecer: Parte 1 foi o melhor filme que assisti em minha vida, ao contrário dos outros três filmes da Saga Crepúsculo que foram alguns dos piores (com Crepúsculo em si sendo o que menos me decepcionou). Já assisti realmente muitos longas-metragem desde que nasci. Terror, comédia, romance, suspense, ação... E nenhum me fez amar e sofrer tanto quanto este.
          Na quinta-feira, às 22:45, eu estava no cinema esperando pela sessão das 23:55. Praticamente, todos os ingressos haviam sido vendidos, mas grande parte das pessoas não compareceu. Com certeza, a falta de propaganda ajudou muito nesse estranho desaparecimento. 
          A sessão atrasou já que o gerente do cinema tentou esperar a chegada de todas as pessoas, mas grande parte não apareceu. Apenas os verdadeiros fãs estavam ali, à espera do que poderia ser mais um filme que estraga a beleza do livro. Entretanto, todas as expectativas foram superadas.
          Não houve trailers na primeira vez que assisti Amanhecer (vocês logo entenderão o que quis dizer), a entrada do Cinemark falhou e logo pularam para a propaganda da promoção que tem como prêmio uma viagem para Paraty, onde a lua-de-mel de Bella e Edward foi gravada. Eu, meus pais, minha tia e minha prima estávamos nervosos e ansiosos. Sei que apenas minha mãe é realmente uma fã de Crepúsculo, como eu mesma, porém, podemos nos considerar uma Família Crepúsculo.
          E então, o símbolo da Summer Entertainment surgiu em meio de uma massa avermelhada. "Breaking Dawn: Part 1" finalmente apareceu na tela. Jacob fugiu como no trailer, Charlie e Renée mostraram suas reações com os convites do casamento de sua filha. Sua filha única.
          Tudo a partir daí pode ser chamado de romântico. Cada preparação para o casamento, Alice sendo a fada que ilumina a vida dos Cullen, Edward revelando tudo sobre si mesmo para sua noiva, o próprio casamento com suas detalhadas linhas, Jacob surgindo fofo e saindo enfurecido e as despedidas. Devo assumir, que passei toda essa parte chorando. Eu conseguia me enxergar abandonando meus pais, minha vida em Forks e tudo que possuía. Era como se meu mundo estivesse se esvaindo por entre meus dedos.
          Chegamos, enfim, à lua-de-mel no Brasil. A lua-de-mel por qual quase viajei para minha cidade natal, Rio de Janeiro, para ver as gravações na Lapa. A lua-de-mel que não me decepcionou nem um pouco. Como no casamento, conseguiram misturar comédia, romance e drama. A combinação perfeita. 
          Queria comentar cada detalhe, mas acredito que todos irão se decepcionar comigo se eu estragar a magia da surpresa, então, pularemos direto para a gravidez. A beleza, a cor e até mesmo os ossos de Bella pareciam encolher a cada segundo passado. Sua pele atingiu uma coloração acinzentada, seu corpo afinou-se até quase desaparecer entre suas roupas. Com exceção da enorme barriga, uma grande bola preta para a ultrassom.
          Consigo enxergar no filme três partes distintas. Do começo até o final da lua-de-mel diria que estávamos vendo um longa-metragem de romance. Toda a gravidez foi dramática e aterrorizante na medida certa como deveria ser. E o final, bem, o final foi surpreendente. Até mesmo os créditos finais (sim, há uma cena após os créditos principais) mostraram que a vida humana de Bella acabara. Ela era uma vampira e nada mudaria aquilo.
           Amanhecer não foi apenas o melhor filme da Saga. Como já disse, foi o melhor filme que já assisti. O casamento foi maravilhoso, com o lindo vestido de Bella e a presença adorável de Stephenie Meyer e o produtor Wyck Godfrey. A lua-de-mel foi sexy na medida correta, sem possuir aquelas cenas de sexo exageradas. A gravidez me fez sofrer como se toda a dor de Bella fosse a minha. O nascimento me fez chorar. Robert Pattinson e Taylor Lautner mostraram exatamente como Edward e Jacob sofreram naquele momento. E o final. Bem, foi surpreendente.
           Bill Condon, o diretor, que dirigira também Dreamgirls, foi o único que realmente captou o sentimento do livro. Cada mínimo pedaço cortado, que, podem acreditar, foram poucos, era imperceptível e não me fez falta alguma, nem mesmo que eu já tenha lido "Amanhecer" três vezes. Sua forma de transmitir todo o amadurecimento de Bella, a felicidade verdadeira de Edward e seu lado jovem, e a rejeição de Jacob foi incrível. Era possível até senti-los como se fossem seus antigos amigos.
            As atuações estavam incríveis, realmente como deveriam estar. Este não é um filme para grandes choros ou grandes reflexões por parte dos atores. Precisamos ver o sofrimento imediato como ocorre na vida real. E vimos. As lágrimas, a dor, as risadas, as ironias. Tudo parecia real. Incrível.
           A trilha-sonora foi magnífica. Com músicas já tocadas nos últimos três filmes, as cenas foram embaladas por canções repletas de compatibilidade com a história. "It Will Rain", cantada por Bruno Mars, parecia ser extremamente impactante, mas músicas como "Turning Page" ganharam muito mais destaque. "Flightless Bird, American Mouth" me faz chorar desde a cena do baile em Crepúsculo e em Amanhecer não foi diferente.
            Alice estava linda com o cabelo muito curto, Edward pareceu ainda mais o personagem do livro com menos topete, Bella tinha as lindas ondulações em seus fios castanhos novamente. Todos os personagens finalmente haviam se encaixado na forma como os imaginei. E talvez seja por isso que chorei muito. E é por ser tão fiel ao livro, que em três dias já assisti três vezes. 
            Crepúsculo não foi o meu primeiro livro. Crepúsculo não foi a primeira saga que li. Porém, Crepúsculo foi o único livro que me fez acreditar que o verdadeiro amor realmente pode ser eterno.

Beijinhos, StarGirlie.

sábado, 15 de outubro de 2011

Os 20 Amores

                Imagine-se como uma mulher de 30 anos, desempregada, com 20 ex-namorados e ajudando o casamento de sua irmã mais nova. Essa é a situação de Ally Darling (Anna Faris), uma romântica que se vê desesperada ao ler em uma revista que 96% das mulheres americanas que possuem mais de 20 amantes não se casam.
                É em torno da história de Ally que o filme “Qual Seu Número?” (What’s Your Number?, Estados Unidos, 2011) se concentra. Decidida a não passar dos 20, a garota, junto com seu vizinho canalha Colin Shea (Chris Evans), começa uma busca sem limites ao “ex-namorado perfeito”, sempre acreditando que esse seria O Jake Adams. Entretanto, ela não consegue perceber o que está na sua frente.
                Um dos pontos positivos do enredo com certeza é a forma como faz críticas discretamente. As brigas de Ally com sua mãe por causa de sua personalidade são indiretas ao fato de que a maior parte das pessoas não respeita as diferenças. Enquanto as mudanças de visual da protagonista demonstram como ela mesma não sabe quem é.

                Ao contrário da maioria das comédias românticas, “Qual Seu Número?” não segue clichês. Na verdade, ri deles. Até mesmo as personalidades de Ally e Colin são opostas as dos normais protagonistas de filmes desse gênero.
                Se você é uma romântica inveterada ou uma amante de comédias, “Qual Seu Número?” é extremamente recomendado. Pode ter certeza, depois de assisti-lo, seu conceito de “príncipe encantado” mudará totalmente.  Como o de Ally.

Beijinhos, StarGirlie.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Uma Amizade Sexy e Divertida

            New York, New York. A cidade da pressa e do estresse é o cenário do filme “Amizade Colorida” (Friends With Benefits, Estados Unidos, 2011), que conta a história da caça-talentos Jamie (Mila Kunis) que tenta de todas as maneiras possíveis convencer o blogueiro Dylan (Justin Timberlake), que mora em Los Angeles, a se tornar o diretor visual da GQ Magazine.
            Depois de conseguir o que desejava, Jamie se torna grande amiga de Dylan e os dois começam a passar grande parte de seus dias juntos. Como são muito ocupados por causa de seus trabalhos bem-sucedidos, ambos não têm tempo para se envolverem emocionalmente com alguém, mas sentem muita falta de algo em comum: sexo.
            Certo dia, na casa de Jamie, Dylan propõe que os dois passem a noite juntos, com a promessa de que não desenvolverão nada um pelo o outro. Porém, quem controla o coração?
            Conforme essas “noitadas”, que passam a acontecer durante o dia também, progridem, a relação de Jamie e Dylan começa a sair do controle e consequências são sentidas.
            Em uma narrativa rápida e divertida, “Amizade Colorida” convence o espectador de que até mesmo “brincadeiras” podem gerar consequências sérias e complexas. Com personagens cheios de traumas, a trama é repleta de surpresas e impede que quem esteja assistindo acabe dormindo na sala de cinema. Por outro lado, um ponto fraco e até mesmo irritante do filme, é a insistência em transformar cenas tocantes em engraçadas. 
            Justin Timberlake se destaca em seu papel de “bloqueado sentimentalmente” contrastando com a “supersensível” interpretada por Mila Kunis. Uma dupla de atores que claramente possui química na tela e produz tanto lágrimas quanto risadas nos espectadores. 
            “Amizade Colorida” não pede grandes reflexões, sendo uma ótima opção para aquela tarde de sábado em que o sol está batendo em sua janela, mas prefere-se um momento no shopping. Com gargalhadas e pouco choro, esse filme é perfeito para ser assistido com a família, amigas ou até mesmo com o namorado. Só não vá assistir com um amigo. Imagine se sua amizade ganha um pouco de cor?

Beijinhos, StarGirlie.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Jacob Finalmente Veste Uma Camiseta!

         Qualquer pessoa que já se deu ao trabalho de assistir Eclipse, da saga Crepúsculo, deve se lembrar da famosa fala de Edward “Ele não tem uma camiseta?” em relação ao sempre topless presente de Jacob. Finalmente, o ator Taylor Lautner, que interpreta o quase pelado melhor amigo de Bella, aderiu a um personagem com um guarda-roupa completo.
            Em Sem Saída (Abduction, Estados Unidos, 2011), Taylor Lautner incorpora o papel de Nathan Harper, um estúpido adolescente, que passa a maior parte de seu tempo arriscando sua vida viajando no capô do carro de seu amigo ou bebendo em festas. Mesmo com essa fachada de idiota, o garoto é apaixonado por sua vizinha Karen (Lily Collins). Apesar de vê-la todos os dias no colégio e na própria rua onde moram, os dois nunca se falam. Como seu amigo descreve, a relação que possuem não passa de olhares e sorrisos.
            Certo dia, o destino decide ajudá-los. Na aula de Sociologia, o professor divide a turma em duplas para um trabalho que vale a maior parte da nota trimestral. Obviamente, Nathan e Karen são escolhidos para formarem uma delas. O tema que esses escolhem é “crianças desaparecidas” e, em uma tarde na casa do garoto, cheia de tensão amorosa, acabam por encontrar um site com uma foto do próprio adolescente entre a lista de desaparecidos. 
            A partir desse momento, a vida de Nathan e Karen muda totalmente, já que ambos descobrem que o garoto está sendo perseguido por diversas pessoas e que precisam fugir.
            A atuação dos protagonistas é um dos pontos negativos do filme, já que com feições semelhantes em cenas de alegria e desespero, mostram como são inexperientes. Entretanto, as cenas ágeis e emocionantes, que completam o enredo, tornam “Sem Saída” um thriller que ninguém deveria perder.
            Entre fugas estilo “Missão Impossível” e beijos, ou quase beijos, o filme segura nossa atenção o tempo inteiro e é difícil se distrair em qualquer segundo. Além do mais, para aquelas não fãs que só foram assisti-lo, pois possui o “Jacob” como protagonista, não se preocupem: o trailer de “Amanhecer: Parte 1” já está sendo exibido antes das sessões de “Sem Saída”, o que gerará muitos gritos. O filme é recomendado.

Beijinhos, StarGirlie.


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Shakespeare no Colegial

           “A Megera Domada” é um dos vários clássicos de Shakespeare tão adaptados de diversas formas. Tanto nos livros e teatro quanto nos filmes e nas séries de televisão, as obras deste grande dramaturgo estão presentes. Uma destas adaptações é o filme para adolescentes “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (10 Things I Hate About You, Estados Unidos, 1999), estrelado por Julia Stiles, no papel de Kat Stratford, a megera do longa-metragem, e Heath Ledger, interpretando Patrick Verona, a versão de Petrúquio para os cinemas.
            Dirigido por Jil Junger, o filme leva a história de William Shakespeare ao colegial americano. Kat é uma garota “perturbada” e extremamente feminista, irmã mais velha de Bianca (Larisa Oleynik), a típica adolescente americana, que é alvo das atenções de Joey Donner (Andrew Keegan), um popular excessivamente insensível, que pode muito bem ser um Hortênsio exagerado, e Cameron (Joseph Gordon-Levitt), o novo aluno tímido do colégio Pádua (uma clara indicação à cidade onde a peça original se passa), que lembra Lucêncio em uma versão “mais simplória”. Porém, as irmãs Stratford não podem namorar até se formarem, como estipulado pelo pai Walter, interpretado pelo tão habilidoso em papéis familiares Larry Miller.
             Depois de tanta insistência de Bianca, Walter passa a permitir que esta namore, contanto que Kat faça isso antes. Entretanto, a irmã rebelde não tem nenhum pretendente e para que possam ficar com a mais nova, Joey e Cameron passam a procurar, separadamente, um garoto que aceite namorar a megera em troca de um cachê. Ambos o encontram em Patrick, que acaba aceitando as propostas depois de certa hesitação.
            Com tiradas espertas e cruéis, Kat e Patrick se tornam destaques durante todo o filme. Claramente é visto porque Julie Stiles e Heath Ledger alcançaram o sucesso depois de “10 Coisas que Eu Odeio em Você”. Outro ponto positivo do longa-metragem é como as citações a Shakespeare entram no contexto da história. Em certos pontos são apenas trechos do clássico “A Megera Domada” e em outros são cenas inteiramente dedicadas ao autor, como no caso das de Mandella, a melhor amiga de Kat.
            O que pode não agradar é o fato de todos os personagens da história original terem tido suas características ampliadas, os tornando um tanto caricaturas do que seriam adolescentes normais. Outro ponto negativo é a presença de personagens um tanto desnecessários como a conselheira do Colégio Pádua, a senhora Perky.
            Uma coisa que definitivamente pode passar despercebida é a “explicação” de Kat sobre o título do filme. Em um lindo poema, a personagem deixa clara a intenção do diretor ao escolher este nome.  
            Em uma trama divertida, romântica e carismática, “10 Coisas que Eu Odeio em Você” conquista a maioria dos telespectadores. Não há como não se identificar com nenhum das personagens. Não importa se for Bianca, a adolescente metida, ou Joey, o estúpido popular. Esta adaptação claramente é uma das apostas bem-sucedidas do cinema. Um filme recomendado a todos os tipos de públicos.

Beijinhos, StarGirlie.

sábado, 10 de setembro de 2011

Resenha Larry Crowne

Esta noite, fui ao cinema com meus pais para assistir um filme que já me interessara anteriormente ao assistir seu trailer. Não por ser de aventura ou por ter atores lindíssimos, mas por ter uma história sem muitos exageros, que representasse a vida em si. Não me arrependo. Segue abaixo então a resenha:

Larry Crowne


O filme conta a história de Larry Crowne (Tom Hanks), um esforçado empregado do chamado UMart, um supermercado.
Como se alistou a Marinha logo depois do colegial, Larry não cursou nenhuma faculdade, o que é usado de motivo quando seus chefes decidem demiti-lo.
Cheio de dívidas e sem emprego, Larry acaba aceitando a ideia de começar suas aulas em uma faculdade. Sua primeira aula é com a professora Mercedes Tainot  de Orientaria 217 (se estiver errado, me perdoem, mas não consigo me lembrar corretamente), uma mulher casada com um falso blogueiro, que passa seus dias vendo pornografia.
Com a ajuda de Taila, uma amiga da aula de Economia, Larry passa a ser "Lance" e se torna uma pessoa com uma vida muito mais divertida.
Em meio a aulas e debates, Larry mostrará a Mercy um novo sentido de vida.
Com a ajuda de atuações maravilhosas vindas dos protagonistas, o filme se torna leve e divertido. A história apesar de parecer simples se desenrola em tramas elaboradas. Recomendo este longa-metragem àqueles que gostam de se divertir com a simplicidade da vida.

Beijinhos, StarGirlie.

Obs: durante a exibição do filme, o alarme de incêndio tocou e desesperou todo mundo, mas era apenas alarme falso. Além disso, uma pessoa não parava de falar no celular e super alto.

sábado, 16 de julho de 2011

Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2 - Resenha Babi

Contém vários spoillers!
Acho que alguém lá em cima queria que eu visse este filme hoje. 

Havia chegado à 01:30 da manhã de ontem (hoje já é dia 16 - haha) da viagem, saí cedo, e a tarde tive de passar com minha mãe no hospital, pois ela havia torcido a perna (nada grave). Então eu e minha irmã convencemos-a de nos levar para assistir o grande final. Chegamos ao shopping às 13:45, e o filme começaria às 14:00. Muita sorte, né? E olha que eu nem tinha programado nada!

Então eu entrei na sala de cinema. Há todo momento eu ficava imaginando o que me aguardaria nesta última aventura, mas vou confessar que o que mais me ansiava era a parte do epílogo - 19 anos depois (sou fascinada por epílogos!).

E o filme começou. Nossa, foi só entrar o símbolo da WB e eu já derramei lágrimas. O duro foi que o cinema estava cheio de gente mais adulta, e eu não escutei ninguém chorando comigo (¬¬'). Ok, mas mesmo assim chorei. 
O filme já começou surpreendente (apesar de fazer pouquíssimo tempo que eu havia lido o livro e a história estava fresquinha na minha cabeça, foi surpreendente). A cada cena, mais lágrimas caiam e o aperto somente aumentava.

Mas agora é a hora da verdade: eu soluçava. SOLUÇAVA na hora em que o Snape morreu. Eu fiquei pra baixo, eu me contorcia na cadeira! E na hora que as lembranças começaram? Nossa, daí eu fui ao chão, praticamente. Eu lembrava de tudo que o professor fizera a Harry e chorava cada vez mais. Minha mãe até me mandou ficar quieta.
E na boa, não chorei porque ele foi fiel a Dumbledore até o fim, nem porque ele teve a bravura de enganar o Lorde das Trevas por todo o tempo. Eu chorei porque ele amou, viu seu grande amor amar outro, fez o impossível para proteger a última parte disso que restava por mais que doesse e ainda morreu em busca de encontrar a única que fez seu coração palpitar. Isso sim é coragem.

Falando sério, eu nem chorei quando os outros morreram. Mas, na hora do epílogo, o Harry grande, a Gina, o Rony, a Mione.... nossa, daí eu morri. Pena que eu não vi direito porque eu queria ir ao banheiro e não aguentava mais me segurar, pois foi lindo. O olhar deles deixando o trem... nossa, perfeito.

Achei que na Batalha Final o Harry poderia ter dito algumas coisas como "O amor sempre vence" ou sei lá, mas sem dúvida foi o melhor filme. Nunca tinha chorado tanto antes em nenhum.

A única coisa realmente ruim foi que eu sentei bem ao lado de um cara metido a comentarista. Pô, se ele já havia lido o livro, problema dele, não precisava ficar falando "agora ele pega a pedra, agora ela morre, agora eles beijam...". Mó mané. Haha.

Acho que a verdadeira magia em Harry Potter é a amizade entre ele, Rony e Hermione. E desta magia, eu posso assegurar, eu faço parte. E ela nunca, nunca mesmo, vai morrer.
asongforvicki:


all was well | 19 years later
Essa resenha deve ter ficado péssima, porque eu estou caindo de sono, mas espero que tenha dado para pegar o espírito do filme.

Beijinhos, Babi 

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Resenha Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2!

Um pedaço de mim foi arrancado do meu corpo. Uma Era chegou ao fim. A geração Harry Potter pode se orgulhar. A história virou uma lenda, que jamais será esquecida. Seu final foi épico, extraordinário, impossível de descrever. Não vi erros, tudo pareceu tão perfeito, tão maravilhoso. Então, aí está a minha resenha sobre o último capítulo de um fenômeno mundial.

Contém spoilers, se você não quiser saber o que acontece na trama antes de ver, não leia a resenha abaixo!


Para começar tudo ainda de um jeito melhor, eu fui assistir o filme com minha amiga Maya. Há alguns dias nós duas mandamos fazer duas camisetas idênticas com a imagem do Harry, Hermione e Rony em um dos pôsteres do último filme na frente, e na parte de trás com os dizeres:
"StarGirlie e Maya (nossos nomes reais, obviamente)
-
15/07/2011
-
Juntas no fim de uma Era"
Chegamos 11:50 no shopping, mesmo que a sessão só começasse 12:30. Ficamos esperando até 12:00 para entrar na fila da pipoca. Não tinha muita gente, então não havia necessidade para ficar em pé antes da hora. Minha mãe comprou nossas pipocas, Coca-Cola, Batom,  a Maya carregando sanduíche, batatas-fritas e água do Mc Donald's na bolsa srsrsrsrsrsrsrsr, e nós três fomos para a sala.
Sim, eles já haviam aberto e umas 70 pessoas já estavam sentados esperando ansiosamente pelo filme. Havia até mesmo gente vestida de Harry Potter e com camisetas tão criativas quanto as nossas. Conseguimos um lugar bem no centro da sala e começamos a comer as delícias que havíamos comprado no Snack Bar.
Falamos de tudo enquanto esperávamos o filme. Cada segundo parecia uma eternidade. O tempo não passava, nunca praticamente.
Quando finalmente os trailers começaram, houve uma mínima decepção. O Cinemark mudou aquela entrada fofíssima de segurança para uma meia-boca. Vai demorar para eu me acostumar. Todos os trailers foram legais e já tenho uns 5 filmes novos para minha listinha. Menos tempo para nossas conversas, né Per?
Então, o filme começou de uma forma inusitada. Ao invés de mostrar o símbolo da Warner Bros. direto, foi mostrado novamente a cena de Voldemort roubando a Varinha das Varinhas do túmulo de Dumbledore.
O filme começa no Chalé das Conchas, com o túmulo de Dobby, cenas de Fleur e Gui Weasley e Luna. Logo depois, Harry, Hermione e Rony vão falar com Grampo e Olivaras. Não vou entrar em muitos detalhes porque senão estragará boa parte do filme.
Em muitas aventuras por causa da busca das Horcruxes, nosso trio protagonista volta a Hogwarts. Não direi quem morreu, quem não. Apenas resumirei tudo em: o beijo da Hermione e do Rony foi perfeito! Como todo o filme, superou qualquer expectativa que eu tivesse. Inesperado, carinhoso, apaixonado.
O final foi épico. Senti as lágrimas caírem dos meus olhos, olhei para minha mãe e para Maya, respirei fundo e vi tudo acabar.
É o fim chegou. Harry Potter acabou nos cinemas, mas agora começa uma lenda. E eu estou pronta para dizer:
Eu sou da geração Harry Potter.

Beijinhos, StarGirlie.
Obs: Isso não é o fim, é apenas um novo começo.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Resenha "Como Você Sabe"

Oi pessoal! No sábado que passou, fui assistir o filme "Como Você Sabe" e realmente adorei. Ótimo para dar boas risadas e se divertir. A resenha a seguir detalhará melhor. Além disso, hoje, após ganhar um par de ingressos por causa da compra do livro, assisti novamente o filme "O Noivo da Minha Melhor Amiga". ai, ai, o Dex ficou mais perfeito!










Resenha Harry Potter

lovefromwatson:

New outtakes of Emma Watson, Daniel Radcliffe and Rupert Grint for Harry Potter and the Order of the Phoenix.


Sim, eu finalmente decidi me empenhar em ler Harry Potter! Já havia lido os dois primeiros livros, e não me admirara muito, mas pensei em dar uam segunda chance... ainda bem! Li "Harry Potter e o Prisioneiro de Aszkaban" e já embalei em "Harry Potter e o Cálice de Fogo". Adorei os dois e já virei fã! 

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Resenha "O Noivo da Minha Melhor Amiga"

Hoje foi um dia de A-R-R-A-S-O! Ganhei muitos presentes logo cedo obrigada família e amigas e comecei a manhã super animada. Na hora do almoço fui pra casa, almocei e logo saí correndo para passar o dia no shopping. É, eu sou viciada em shoppings. O filme que fui assistir? É o resenhado de hoje! Antes de começar a resenha, quero terminar de contar meu dia. Depois do filme, dei algumas voltas no shopping e fui lanchar com minha família (amo vocês!). Ri muito! Agora em casa, houve um parabéns só pra não perder a rotina. E há poucos minutos soube de uma notícia que alegrou meu dia! A BABI VOLTOU! Tudo está de volta ao normal. Ou quase isso. (depois que postei 3 capítulos de Fofoqueira Fina seguidos, não sei como vai ser) Agora vamos ao que interessa?

O Noivo da Minha Melhor Amiga


Todo mundo já deve ter ouvido falar dos filmes "A melhor amiga do Noivo" ou "O melhor amigo da Noiva". "O Noivo da Minha Melhor Amiga" não é sequencia de nenhum dos dois, apesar da super semelhança entre os títulos.
A história gira em torno de Rachel White, uma mulher solteira que no seu aniversário de 30 anos começa a perceber as decisões que fez ao longo dos "seus vinte anos". Sempre vivendo de acordo com o que os outros queriam, Rachel acabou entregando a pessoa que mais lhe importava: o adorável super gato Dex Thaler.
Advogado, inteligente, bonito, rico, resumindo, perfeito, Dex e Rachel se conheceram na faculdade onde juntos construíram uma grande amizade. Ou quase isso, já que os sentimentos poderiam ser mais do que aparentavam. Porém, numa certa noite, a melhor amiga de Rachel, Darcy Rhone, praticamente "se joga" sobre Dex e os dois começam a namorar. Tudo por causa de meras palavras (Eu não me importo).
Seis se passam. Rachel agora, com 30 anos, passa a maior parte do tempo cedendo a vontade de Darcy, deixando que ela enfraquecesse seu próprio brilho. Dex e Darcy estam noivos e se casarão em 61 dias. Ethan, o melhor amigo de Rachel, tem que aguentar a carente Claire, que depois de uma noite de amor, acredita que ele a ama. Já Marcus, o melhor amigo de Dex, só pensa em "seduzir" as mulheres, mas é um quase completo fracasso.
Na noite do aniversário de Rachel, ela e Dex são deixados a sós e num momento de brincadeira, acaba confessando que era apaixonada por ele na faculdade. O choque é imediato. Resultado? Um beijo no táxi e uma noite de amor.
Porém, isso é errado. Ainda há Darcy! Parece que eles só lembram disso depois. Agora a confusão está feita. Os sentimentos voltam a aparecer. Os problemas crescem. A fidelidade de todos é testada.
Com um final lindo, o filme mostra que não importa o quanto a vida separe um grande amor, se for o destino, irá acontecer, mas, apesar disso, você não pode esperar. Tem que agir, tomar decisões, se arriscar, mesmo que isso cause uma grande decepção, porque no fim o que é importa é que você tentou.
Recomendo a todos que gostam de uma boa história de amor, comédia, ou que querem apenas acreditar que finais felizes ainda existem.
Beijinhos, StarGirlie.

Obs: agradeço a todos vocês que me desejaram "Feliz aniversário"! Eu nunca seria a mesma Star sem vocês! Podem ter certeza que estão no meu coração!

sábado, 23 de abril de 2011

Resenha "A Garota da Capa Vermelha"

Oi, pessoal! Estão aproveitando o feriado? Hoje vim publicar uma resenha de um livro (e filme) indicado pela Babi! A obra em questão é "A Garota da Capa Vermelha". Nesta quinta-feira, fui ao shopping para comprar "Cazuza" obrigada pela escola, o "Guia Oficial Ilustrado  de Crepúsculo" e o DVD de "Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1". Porém, só consegui achar o primeiro e o último. Então, decidida a comprar um livro que fosse ler no feriado, acabei encontrando o livro "A Garota da Capa Vermelha" e comprando-o, já que a Babi tinha lido e me contado que era muito bom! E estava certa! Então vamos a resenha?

          Valerie é uma jovem de dezessete anos que mora na vila medieval chamada Daggerhorn junto com sua irmã Lucie, seu pai Cesaire e sua mãe Suzette. Ela e sua irmã são amigas de Roxanne, Prudence e Rose, todas tendo uma leve queda pelo ferreiro Henry Lazar. Tudo parece comum e adorável, mas é exatamente ao contrário.
          Daggerhorn vive na base de medo do temível Lobo. O lobisomem atacava famílias inteiras na lua cheia, até então começarem os sacríficios de animais para acalmar a fera. Funcionou. Durante 20 anos.
          Durante a colheita anual, Valerie acaba reencontrando uma antiga paixão infantil: seu amigo Peter. Com um ar perigoso, usando sua capa preta, ele atrai a atenção da garota novamente.
          Peter deixou a vila aos sete anos de idade, quando seu pai mostrou-se um vigarista e os aldeões os expulsaram. O problema veio, realmente, durante a fuga, quando o cavalo onde ele e seu pai estavam montados, acabou atingindo e matando a mãe de Henry.
          A separação de Peter e Valerie não apagou suas lembranças e quando ambos descobrem que ela está prometida em casamento para Henry, decidem fugir. Porém, isto ocorre na manhã seguinte da lua de sangue, e os sinais da igreja confirmam o que já era temido, houve um ataque do Lobo. E a vítima é Lucie.
          Esse acontecimento muda todo o rumo da história. Com a volta da fera, os aldeões saem procurando vingança e maiores desgraças atingem Daggerhorn. O aparecimento de Father Solomon torna as situações ainda mais violentas e difíceis.
          O triângulo amoroso entre Peter, Valerie e Henry permanece vivo mesmo durante as terríveis mortes que acontecem durante o enredo. Mas há algo que impede isso de atingir seu ápice: a dúvida sobre quem é o Lobo, pois como disse Solomon, ele pode ser sua melhor amiga, seu vizinho ou até mesmo seu marido.
          No final do livro, em si, não é descoberto quem realmente é o Lobo, deixando no ar a verdade. Porém há o seguinte aviso:
Será este o verdadeiro final da história de Valerie? Visite www.editoraid.com.br/agarotadacapavermelha e descubra!
             Eram duas da manhã quando eu terminei o livro, mas mesmo assim, liguei meu computador e fui ler o "Capítulo Bônus" que havia no site. Não posso mentir, o final é realmente surpreendente. Recomendo a todos que leiam o livro.
          Sobre o filme, que assisti ontem nos cinemas, há apenas algumas mudanças no enredo que posso relatar. O fato de que Valerie e Peter nunca se separaram, aparentemente, e que não há menção da mãe de Henry na história, só deixa a ação mais intensa. Como o livro, o filme é incrível.
Beijinhos, StarGirlie.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Resenha "Razão e Sensibilidade"

Nossa, quanto tempo! Nem sei se vocês ainda se lembram daquele "Minhas Novas Aquisições" em que eu comprei "Razão e Sensibilidade" entre outros tantos livros. Enfim, eu acabei de ler este clássico e vim aqui publicar a resenha.
        A história começa de um jeito bem básico em que duas irmãs distintas não, elas não são filhas únicas nem gêmeas como sempre acontece em novela tem que se habituar com a nova vida que sua família leva depois da morte de seu pai. Elinor é completamente racional, sempre tentando esconder seus sentimentos para não ferir as outras pessoas. Marianne é uma adolescente dramática que acredita que toda a dor deve ser sentida. Na verdade, a segunda é quase uma réplica perfeita de sua mãe,  Mrs. Dashwood.
        Depois que o pai das duas, e de Margaret - a irmã de 13 anos das duas -, morre, elas e sua mãe são obrigadas a passar uma temporada na casa de Josh Dashwood, o meio-irmão das três. Casado com Fanny e pai de Harry, John é arrogante como sua esposa. Porém, seu cunhado, Edward Ferrars, atrai a atenção de Elinor. A afeição entre Edward e Elinor é grande, mas ela parte para um chalé no interior, abandonando-o.
         Em Barton Park, onde se localiza sua nova moradia, as mulheres Dashwood conhecem Sir John, Lady Middleton, Mrs. Jennings, Willoughby, que se torna o interesse amoroso de Marianne, e Coronel Brandon, que se apaixona por esta.
         Conforme novos personagens surgem, como Lucy Steele, que mexe com toda a trama, percebemos ligações inimagináveis entre os personagens. Também percebemos quais são realmente as emoções de Elinor e Marianne em frente a grandes perdas. A pergunta que ronda a história é "A razão é tão separada da emoção?".
         Surpreendi-me realmente com o final. Os destinos de Elinor e Marianne foram completamente diferentes do que imaginava. Perto das últimas 15 páginas do livro, quase chorei de emoção. Recomendo este livro a todos os românticos, já que tem um ritmo calmo, mas que mexe com nossos sentimentos.
Beijinhos, StarGirlie.

sábado, 9 de abril de 2011

Resenha "Rio"

Hoje é aniversário do meu pai e como comemoração fomos assistir "Rio" nos cinemas.  Apesar de termos dado ótimos presentes, acho que esse foi o melhor... Então vamos a resenha?

O enredo já atrai automaticamente. Uma arara azul chamada Blu, que vive em Minnesota, tem uma vida pacata com Linda, a moça que na infância o encontrou na rua, depois de ser capturado por contrabandistas de animais no Rio de Janeiro, se tornando uma ave domesticada, sem nem ao menos saber voar.
Quando Túlio, um biológo,  aparece avisando que Blu é o último macho da espécie e que deveria acasar com Jade, a última fêmea, eles vão levados até o Rio, onde as últimas araras azuis teriam a chance de acasalar.
Chegando na "Cidade Maravilhosa", tanto Blu quanto Jade são capturados por atrapalhados contrabandistas e se metem numa verdadeira enrascada, enquanto tentam alcançar seus objetivos: ele quer voltar para Linda, enquanto ela quer ir para a floresta. Porém, nesse meio tempo o amor começa a surgir entre os dois e eles terão que tomar decisões.
Um filme maravilhoso retrata exatamente como é a cidade, até mesmo as favelas são retratadas com perfeição. Usando gírias cariocas e personagens hilários, você ri do começo ao fim. Além disso, os momentos românticos são uma verdadeira fofura. Não importa se você é ou não é brasileiro, de qualquer forma você amará o filme.
Beijinhos, StarGirlie.